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Há mais que dez anos e tal que tínhamos descobrido, em Lisboa ,nos arredores da calçada da boa hora, uma verdadeira tesoura escondida num palácio que serve para o Arquivo Histórico Ultramarino de Portugal.Graça a aprovação do porteiro desse edifício governamental ,tínhamos a possibilidade visitar uma sala em remodelação .O nosso espanto cresceu a cada passo quando vimos os panéis de azulejos nas paredes, apresentando todos os portos da Europa nórdico debaixa da qual a nossa cidade lindíssima do século dezasseis.O porteiro não percebeu a nossa excitação, mas eu explicava ao bom homem que estivemos a olhar para nossa própria cidade Antuérpia.Ao sair do palácio sentimo-nos muito felizes.Tenho a certeza que há poucos turistas que viam aquelas painéis peculiares.
Portugal dispunha de várias tapeçarias para objectos diferentes.Os fidalgos levaram os seus tapetes consigo quando viajaram ou ir de guerra.O Dom Sebastião tenha especialmente um Flamengo no seu serviço para concertar os tapetes que estragaram durante sua primeira viagem no Norte de África.Mais tarde ,os tapetes estiveram utilisados para enfeitar as salas reais ou para dividir espaços grandes numa câmara. Também as tapeçarias foram bens preciosos e um investimento que em tempos de crise económica pode trocar por dinheiro. Quando Vasco de Gama recebeu na sua nau o rei de Malinde, só para impressionar ele ,o navio era enfeitado por bandeiras,panos coloridos e tapeçarias flamengas , assim mostrando a riqueza e autoridade dos portugueses.
Arco de triumfo da nação portuguesa em 1549.Á entrada alegre do Príncipe Filipe de Espanha tem com apresentação alegórica ,Os Domínios ultramarinos.Os portuguese entregaram para cortejo vinte homens devotos a cavalo cada acompanhado por dois lacaios.
Água-forte de Pieter van der Bocht Antuérpia 1595 publicado
O país tem uma divida tremenda para todas as pessoas que não tiveram. O privilégio de terem nascido,ricas,homens, heterossexuais,brancos e sem deficiência. O país não pode continuar a ser um clube exclusivo. Francisco Louça Candidato à Presidência da República Portuguesa. Postado por Miguel
Inesperadamente estamos em Portugal para passar o fim do Ano. O tempo tem estado esplêndido quando chegamos a Lisboa. Só as árvores sem folhas e o enfeite natalício indicam a estação onde se encontra,no Inverno. Em quando os outros países de Europa têm de sofrer todos as calamidades do frio. Em Lisboa ,o Sol brilha e ,cantam os passarinhos as suas canções da Primavera Lisboa é uma cidade para todas as idades e para todos os gostos,estão exprimidos em palavras grossas nas muralhas antigas de Lisboa. Para os festejadores "Onde acaba a realidade começa a festa" Para os namorados "obrigado por me teres mostrado a lua" Uma vez visitar Lisboa ,vale a pena.Visitar uma segunda vez e ,Lisboa dá volta ao miolo de você. Ocorreu comigo,vai ocorrer com outros.Tenho a certeza absoluta.Lisboa não pára.
Essas duas Senhores Flamengas estavam o centro de interesse no pavilhão belga - Expo 98 e mostraram o bilro" het kantklossen "A renda ,antigo trabalho manuel .Não conheço o nome exacte dessa profissão .Se alguém conhece, por favor diga-me.
O tio dum garoto de cinco anos tinha prometer -lhe um gato preto para o seu aniversário.Por isso o moço olhou com desilução quando via um boião com dois ciprinos dourados dentro.O tio ,um homem com um coração de ouro notava a decepção e dizia "para o próximo ano prometo-te,dará um gato.". Os ciprinos dourados viveram juntos felizes , cada dia o rapaz ou a empregada doméstica dava comida.Não os faltam nada. Numa vez um dos ciprinos decidiu (o mais esperto) aprender uma segunda língua.O outro peixinho desatou a rir para que não vir a utilidade dessa resolução.Não obstante ,os ciúmes e arreliar,os meses passavam rapidamente.E um ano passou,o rapaz agora tinha um grande gato preto. No boião reina o medo que um dia eles sejam a vítima dum gato que gosta peixinhos frescos.Não durou muito tempo ou o gato estivesse a pescar com as patas no boião. Waf ,waf ,woef woef ladeou o peixinho mais esperto.O gato assustou-se tão violentamente que nunca se atreve ficar nos arredores do boião. É vantagem,conhecer uma segunda língua ,não acha
QUANDO AMANHECES.LOGO NO AR. SE AGITA LUZ.SEM QUERER. E MESMO O DIA .VEM DEVAGAR. PARA TE VER.
E.JÁ RENDIDO.VÊ_TE CHEGAR. DESSE OUTRO MUNDO.SÓ TEU. ONDE EU QUERIA ENTRAR UM DIA. P'RA ME PERDER.
P'RA PERDER.NESSE RECANTOS ONDE TU ANDES SOZINHA SEM MIM. ARDO EM CIÚME DESSE JARDIM. ONDE SÓ VAI QUEM TU QUISERES. ONDE ÉS SENHORA DO TEMPO SEM FIM. POR MINHA CRUZ.JÓIA DE LUZ. ENTRE AS MULHERES;
QUEBRA-SE O TEMPO.EM TEU OLHAR. NESSE GESTO.SEM PUDOR. RASGA-SE O CÉU .E LÁ VOU EU. P´RA ME PERDER.
P´RA ME PERDER.NESSES RECANTOS. ONDE TU ANDAS SOZINHA.SEM MIM. ARDO EM CIÚME DESSE JARDIM. ONDE SÓ VAI QUEM TU QUISERES. ONDE ÉS SENHORA DO TEMPO SEM FIM. POR MINHA CRUZ .JÓIA DE LUZ. 888888 .QUASE TUDO PAULO GONZO
O Mostrengo O mostrengo que está no fim do mar Na noite de breu ergueu-se a voar; Á roda da nau voou três vezes, Voou três vezes a chiar, E disse:Quem é que ousou entrar Nas minhas cavernas que não desvendo, Meus tecto negros do fim do mundo?: E o homen do leme disse,tremendo: "El-Rei D. João Segundo"
"De quem são as velas onde me roço, De quem as quilhas que vejo e ouço?" Disse o mostrengo, e rodou três vezes, Três vezes rodou imundo e grosso, "Quem vem poder o que só eu posso, Que moro onde nunca ninguém me visse E escorro os medos do mar sem fundo?" E o homem do leme tremeu,e disse: "El- Rei D.João Segundo!"
Três vezes do leme as mãos ergueu, Três vezes ao leme as reprendeu, E disse no fim de tremer três vezes: " Aqui ao leme sou mais do que eu: Sou um povo que quer o mar que é teu; E mais que o mostrengo,que me a alma teme E roda nas trevas do fim do mundo, Manda a vontade, que me ata ao leme, De El-Rei D.João Segundo!"
Poema de Fernando Pessoa sobre os actos heroícos dos Portugueses na conquista do Mundo
Nunca pensei que alguns dos meus compatriotas flamengos tenham uma mentalidade ruim.Continuam metralhar o blog com critícas infantis e lamentosas.Só para o facto que esteja escrito na língua de Camões . Ainda sempre vivemos num democracia e podemos exprimir nos em liberdade.
Olho para fora,neva intensamente,grande flocos de neve batem nas janelas.Os golpes de vento com flocos de neve sempre exerciam um efeito de excitações sobre mim.As ruas brancas estão vazias,só um moço gordo,bem nitrido luta contra o vento,leva com ele um saco de papel cheio de gigantescas bisnages de pão.Na praça jogam crianças na neve.Nesse momento têm as suas bocas abertas,mordendo e ingerindo os flocos brancos assim como passarinhos cheio de fome fariam no seu ninho. Que divertimento têm.
A verdade obrigo-me a dizer que a grandeza de Lisboa não podemos comparar com uma cidade provincial como Antuérpia ,mas o porto internacional dá muito prestígio à nossa metrópole .Ambas cidades devem ao rio as suas existências. Ao subir para o topo dos metros alto diques do Escalda (maré -6 metros)e sentes o ar salino e frio do rio com os seus barcos gigantescos, ou quando passas o rio Tejo pela ponte de 25 Abril(70 metros de altura)e vês o céu azul,a barra vasta e os aranha-céus da cidade ,poderias considerar que sejam dois irmãos gémeos, não iguais mas um a outro imponentes.Embora sobre o Escalda não fique uma ponte mas passa-se pelo túnel por baixo do rio,se bem que possa atravessar de barco para o outro lado tanto a Antuérpia como a Lisboa..os habitantes das ambas cidades fazem especialmente em massa durante o Verão.Os Lisboetas ficam na Costa da Caparica e os Antuerpenses dirigem-se para St Anneke(uma praia fluvial) A nostalgia da minha juventude é uma das razões principais porque gosto tanto de Costa da Caparica ..