nostalgia

Nostalgia
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Nostalgia
Parque das Nações

Parque das Nações 1998
Património alentejano

Património alentejano
Tenho dois amores

Tenho dois amores ,ik heb twee liefdes Antuérpia e Portugal
Quase todos os flamengos chamam ‘flamengo’ ao neerlandês padrão do Sul. Além disso, o flamengo (oriental e ocidental) é também usado para determinado dialecto do neerlandês, assim como o holandês é usado não só para a língua padrão como também para determinado dialecto do neerlandês, que é falado nos Países Baixos, nomeadamente nas províncias da Holanda do Norte e do Sul. A língua padrão nos Países Baixos e na Flandres é actualmente em grande parte igual. Antes de 1995, existiam diferenças consideráveis na ortografia, mas desde a reforma ortográfica de 1995, a ortografia nos Países Baixos e na Bélgica ficou idêntica. Neste momento, existe apenas um número reduzido de diferenças entre o neerlandês da Bélgica e o dos Países Baixos. Existem obviamente algumas diferenças no vocabulário, embora até essas estejam a diminuir. Apenas a pronúncia é diferente. Nos Países Baixos, é o chamado ‘neerlandês dos pólderes’ que está a conquistar terreno, enquanto tal não acontece na Bélgica.
Não é de estranhar que os estrangeiros percam por vezes o fio à meada. Os anglo-saxónicos falam em ‘The Netherlands’ e ‘Holland’ quando se referem aos Países Baixos, enquanto chamam ‘Dutch’ à língua e não ‘Netherlandish’. Quando falam em ‘The Low Countries’, estão a referir-se aos Países Baixos e à Flandres (ou talvez até à Bélgica) juntos. Para os lusófonos, ‘os Países Baixos’ e ‘a Holanda’ são sinónimos para os Países Baixos (sem a Flandres). A língua neerlandesa é designada por ‘holandês’, enquanto ‘flamengo’ designa a língua falada na Flandres, sendo o termo ‘neerlandês’ quase desconhecido. Para os francófonos, "hollandaise" não é apenas uma língua como também uma vaca da Frísia
texto emprestado
os Açores ou ilhas flamengas
Capítulo dois: Os Portugueses juntos com os flamengos estavam ao berço do desenvolvimento dos Açores. Desde o inicio a presença flamenga e a sua influência económica era tão grande que as ilhas que apesar o facto que pertence à coroa portuguesa foram chamadas" as ilhas flamengas".
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É brilhante por essência...

É brilhante por essência...
Mosteiro dos Jerónimos

Lisboa / Mosteiro dos Jerónimos
Homem na Baixa Pombalina

Homem na Baixa Pombalina/Lisboa

A Herdade do Zambujal
A Herdade do Zambujal
A herdade caracteriza-se pela criação de touro bravo, os cavalos lusitanos e pelo interessante conjunto de habitações rurais, onde é admirável o revestimento em azulejos brancos e azuis. Passe a Ponte do Zambujal, que funciona ainda sobre a antiga ponte de caminho de ferro e descubra a herdade do Zambujal.
Deze prachtige herenboederij is vooral bekend voor zijn kweek van stieren en lusitana paarden . Het is dan ook een waar genoegen om tussen stallen en de arbeiderhuisjes van de herdade te lopen .Zambujal is echter moeilijk te bereiken en enkel met beetje doorzetting te vinden . Een aanrader voor een uitstapje in het natuurgebied aan de oever van de Sado

Com a ajuda da condessa de Flandres Isabel
Capítulo primeiro:
O Diego de Silves descobriu em nome de D. Henriques os Açores (1427) Já nos anos 1440, começou a povoação das ilhas, Embora as circunstâncias demográficas em Portugal não permitissem que os portugueses se estabelecerão em massa no arquipélago vulcânico. Com a ajuda da condessa de Flandres Isabel, a irmã do Henrique o navegador e também por causa da ligação económica desde a idade média com a flandres. Foi a escolha dos portugueses justificados para deixavam participar os flamengos no futuro das ilhas. Um certo Jacob de Bruges um mercador flamengo na cidade do Porto foi nomeado capitão na ilha terceira e tinha com ordem para povoar a ilha de pessoas que terão o catolicismo como religião. Não conseguiu para povoa -lá e apesar dalgumas almas perdidas, a ilha Terceira ficava deserta, o capitão mesmo desapareceu sem deixar rasto. Na ilha São Jorge, um outro capitão Willem Van der Haegen tentava junto com um grupo compatriotas preparar as terras férteis para agricultura. Mas infelizmente, o mau tempo no inverno provocou um deslizamento e todo o trabalho duro tinha servido para nada. A vida rude e o clima áspero nas ilhas, amedrontava as pessoas e não está surpreendente que o flamengo Joost de Hurtere a quem foi confiado o povoamento da ilha Faial (1468) e em 1448 também sobre Pico usou um estratagema valso para recrutar patriotas com a promessa que vão encontrar ouro e prata mas, nunca encontraram aqueles metais valiosos e a decepção era tão grande que de Hurtere tinha de fugir. Quantos flamengos que se estabeleceram nos Açores, não é exactamente a dizer, mas, devem ser uns dois mil cidadãos. Os flamengos fixavam se principalmente no grupo das ilhas centrais, Terceira, Faial e São Jorge e até hoje pode se notar isto pelos nomes locais, onde têm vivido, como no caso da aldeia os flamengos e o nome da capital de Faial chama se Horta, isto é um derivado do nome Hurtere . Os flamengos aplicavam se principalmente na produção do pastel, uma planta para fazer um pigmento azul para tingir linhos e por isso importante para aquela indústria de linho em Flandres. No seu período inicial de colonização começou entre as ilhas e o país natal dos flamengos um activo comércio vivo. O que é que resta da presença flamenga nos Açores hoje, de nenhum modo a língua pois os flamengos adaptaram rapidamente o Português e a sua língua própria já desapareceu ano 1507seguinte um relatório escrito ao rei de Portugal.
o porto palativa

O porto palafita Carrasqueira
As embarcações de pesca, ora estão no lodo aquando da maré baixa, ora baloiçam nas águas, ao sabor também dos ventos .
De vissebootjes , nu eens verzonken in de modder ,dan weer wiggelend door de grillen van de wind

cacho de bananas

Cacho de bananas
Arquitectura Portuguesa Contemporânea
Arquitectura Portuguesa Contemporânea

Santo António Costa da Caparica
o grupo de forcados

O grupo de forcados
eu estou aqui
eu estou aqui
Isabel de Portugal e Carlos quinto

alabastro.
Isabel de Portugal e Carlos Quinto
D. Afonso Henriques libertava Lisboa com o auxilio dos Flamengos
D. Afonso Henriques libertava Lisboa com o auxilio dos Flamengos
Desde o século doze tinha a flandres e Portugal um laço firme. Em 1147 partiram sob a direcção do conde Arnaldo de Aerschot, da Flandres, comandante das forças de cruzados vindos do Império romano para segunda cruzada. Ao pedido do rei Afonso desembarcaram os cruzados em Portugal para lhe ajudarem na conquista de Lisboa. Como a vanguarda do exército português, os cruzados conquistarem a cidade aos mouros, embora não faltassem durante a conquista, os saques e as crueldades perante os habitantes. Mas afinal a cidade libertou se definitivamente dos mouros. Afonso Henriques, a 25 de Outubro de 1147, fazia a sua entrada triunfal, à testa de um luzido cortejo de barões, cavaleiros e homens de armas.
O rei ofereceu por gratidão terras e bens para aqueles dos cruzados que quereria se restabelecer em Portugal. Quantos cruzados se fixavam não é conhecido mas a sessenta quilómetros de Lisboa situa-se uma citadina que ainda se chama Vila franca." Francos" assim foram chamados os cruzados pelos portugueses, dos cruzados que ficavam em Portugal. Foi um deles, o flamengo, Ligel de Bondt ? Que casava com a filha do primeiro governador de Lisboa " Pêro Viegas".
Desde então cresciam as ligações entre flandres e Portugal cada vez mais intensas.
De Vlamingen waren op weg onder het bevel van de graaf van Aarschot voor de tweede kruistocht . En op vraag van de Portugese koning ,hielpen ze Lissabon te bevrijden van de moren .De kruisvaarders werden beloond met geld en goed als ze zich in Portugal vestigde ze werden door de Portugezen francos genoemd .Hoeveel kruisvaarders zich in Portugal hebben gevestigd is niet geweten maar 60 kilometers van Lissabon is er een stadje dat nog steeds vila franca heet .
Sejam bem-vindos
o brasão da minha cidade Antuérpia

S
ejam bem-vindosOs lusófonos já passaram por aqui bastantes vezes, sem contudo deixar qualquer rasto das suas passagens. Sei bem, penso em flamengo e por isso não escrevo um português como exprimirá em palavras um Lisboeta de gema.As minhas principais faltas são, como para todos os estudantes estrangeiros, o problema da conjugação dos verbos que aliás não só é meu problema, mas também o problema de muitos portugueses. Uma outra dificuldade é os géneros das palavras.Ao ler dum artigo, se calhar alguns devem franzir compassivamente as sobrancelhas mas, apesar isso, tenho a ideia que os compreenderam tudo.
Tenho uma vontade doido para escrever e vou escrever em português !
Praça de Dom Pedro IV - Rossio
Praça de Dom Pedro IV – Rossio

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