A figura de proa do Sagres

A figura de proa do Sagres é decorada com a imagem do infante Dom Henrique.

O veleiro o Sagres à visita em Antuérpia
de Sagres tijdens zijn bezoek in Antwerpen
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A figura de proa do Sagres
A figura de proa do Sagres é decorada com a imagem do infante Dom Henrique.

O veleiro o Sagres à visita em Antuérpia
de Sagres tijdens zijn bezoek in Antwerpen
Lojinha engraçada na baixa pombalina
Na altura, cada espaço foi utilizado para fazer comércio. Lojinha engraçada na baixa pombalina -Lisboa .

Aldrabas, Batentes e Fechaduras!
as fechaduras - portão da igreja/Gent

Mexilhões à moda flamenga

O prato nacional dos Belgas :
Mexilhões à moda flamenga
Ingredientes :
Um quilo de mexilhões por pessoa, no mínimo
Duas ou três Cebolas picadas e um aipo.
Pimenta fresca
Lave os mariscos um por um. Se necessário, use uma escova, para limpar. Arranque, com as mãos uma espécie de "barba" que os mariscos do mar costumam ter. Neste momento, descarte todos os que estiverem abertos e não se fechem ao serem tocados, os que tiverem a concha quebrada ou que estejam muito pesados, denunciando que estão cheios de areia. Coloque-os em uma bacia água limpa e junte duas colheres de farinha, e deixe-os por uma hora, no mínimo
Hoje em dia pode comprar os mexilhões lavados e pronto para cozer mas eu prefiro lava-los de novo.
Modo de preparar:
1 - Coloque no fundo duma panela, um pedaço de manteiga junto com uma camada de mariscos, apimente com pimenta fresca e acrescente variadamente uma porção de aipo e cebolas picadas mais mexilhões e legumes até a panela está enchida. Se não tenha uma panela com tampa elevada para cozer os mariscos, não a enche demais. Leve ao fogo, bem tampada. Quando começar a sair vapor, segure a tampa e chocalhe a panela para que os mariscos se redistribuam dentro da panela. Faça isso por duas ou três vezes, sempre dependendo da quantidade de mariscos. Quando estiverem cozidas, todas as conchas deveriam estar abertas. Despreze as que estiverem fechadas. Serva os mariscos no próprio caldo numa travessa ou panela com pão ou batatas fritas.
Comê-los, é um caso a parte, pois se usa como os talheres as conchas dum mexilhão, assim pegando o marisco e levando à moleira para enchê-la de vinagrete e seguinte levando à boca para gozar de um delicia do mar.
Tudo isso, acompanhado por uma cerveja gelada.
Recept voor het maken van vlaamse mosselen ,dat moet ik aan julie niet uitleggen dit is onze nationale schotel e iedere belg weet dit te bereiden
casa cor- de- rosa
o inferno

o purgatório
het vagevuur
o inferno
de hel

camões
...
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entre nos
Entre nós Tussen ons
Há palavras zijn er woorden
Desenhadas no getekend in
Silêncio da noite de stilte van de nacht
Entre nós tussen ons
Há desejos zijn er verlangens
E carícias en liefkozingen
Em cada palavra in ieder woord
Que se não dat zich niet
Pronuncia uit
Entre nós tussen ons
Há muros de silêncio zijn er muren van stilte
Derrubados afgebroken
Em cade maré bij elke tij
Que se advinha dat plaats heeft
Entre nós tussen ons
Permanecemos. zal het blijven duren
voz Luis Caspar
Sonhar
Na quinta Regaleira
Dia dos Santos

Túmulo monumental dum jovem nobre espanhol igreja Sint Jacob -Antuérpia praalgraf van een spaanse edelman
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Uma vez por ano, no Dia dos Santos/ Allerheiligen vou ao cemitério grande de Antuérpia. Um lindíssimo parque que se situa um pouco fora da cidade, tem arvores seculares e lá domina o sossego e a paz que todos os nossos falecidos merecem. Dois sepulcros devo visitar, uma campa militar do meu tio e um do meu pai que jaz no campo de honra entre os outros veteranos da segunda guerra mundial. A minha querida mãe e meus avós, segundo as suas últimas vontades foram espalhados na sombra de algumas faias no parque. Ao pedido da minha mãe sempre ponho flores brancas na pedra do meu tio que eu nunca tenho conhecido e flores vermelhas ornam o túmulo do meu pai. Sinto a falta deles mas nunca estou triste, todos tiveram uma boa vida.
Ik mis hen, maar nooit ben ik triest, zij hadden allen een mooi leven.
nostalgia
Nostalgia
Parque das Nações

Parque das Nações 1998
Património alentejano

Património alentejano
Tenho dois amores

Tenho dois amores ,ik heb twee liefdes Antuérpia e Portugal
Quase todos os flamengos chamam ‘flamengo’ ao neerlandês padrão do Sul. Além disso, o flamengo (oriental e ocidental) é também usado para determinado dialecto do neerlandês, assim como o holandês é usado não só para a língua padrão como também para determinado dialecto do neerlandês, que é falado nos Países Baixos, nomeadamente nas províncias da Holanda do Norte e do Sul. A língua padrão nos Países Baixos e na Flandres é actualmente em grande parte igual. Antes de 1995, existiam diferenças consideráveis na ortografia, mas desde a reforma ortográfica de 1995, a ortografia nos Países Baixos e na Bélgica ficou idêntica. Neste momento, existe apenas um número reduzido de diferenças entre o neerlandês da Bélgica e o dos Países Baixos. Existem obviamente algumas diferenças no vocabulário, embora até essas estejam a diminuir. Apenas a pronúncia é diferente. Nos Países Baixos, é o chamado ‘neerlandês dos pólderes’ que está a conquistar terreno, enquanto tal não acontece na Bélgica.
Não é de estranhar que os estrangeiros percam por vezes o fio à meada. Os anglo-saxónicos falam em ‘The Netherlands’ e ‘Holland’ quando se referem aos Países Baixos, enquanto chamam ‘Dutch’ à língua e não ‘Netherlandish’. Quando falam em ‘The Low Countries’, estão a referir-se aos Países Baixos e à Flandres (ou talvez até à Bélgica) juntos. Para os lusófonos, ‘os Países Baixos’ e ‘a Holanda’ são sinónimos para os Países Baixos (sem a Flandres). A língua neerlandesa é designada por ‘holandês’, enquanto ‘flamengo’ designa a língua falada na Flandres, sendo o termo ‘neerlandês’ quase desconhecido. Para os francófonos, "hollandaise" não é apenas uma língua como também uma vaca da Frísia
texto emprestado
os Açores ou ilhas flamengas
Capítulo dois: Os Portugueses juntos com os flamengos estavam ao berço do desenvolvimento dos Açores. Desde o inicio a presença flamenga e a sua influência económica era tão grande que as ilhas que apesar o facto que pertence à coroa portuguesa foram chamadas" as ilhas flamengas".
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É brilhante por essência...

É brilhante por essência...
Mosteiro dos Jerónimos

Lisboa / Mosteiro dos Jerónimos
Homem na Baixa Pombalina

Homem na Baixa Pombalina/Lisboa

A Herdade do Zambujal
A Herdade do Zambujal
A herdade caracteriza-se pela criação de touro bravo, os cavalos lusitanos e pelo interessante conjunto de habitações rurais, onde é admirável o revestimento em azulejos brancos e azuis. Passe a Ponte do Zambujal, que funciona ainda sobre a antiga ponte de caminho de ferro e descubra a herdade do Zambujal.
Deze prachtige herenboederij is vooral bekend voor zijn kweek van stieren en lusitana paarden . Het is dan ook een waar genoegen om tussen stallen en de arbeiderhuisjes van de herdade te lopen .Zambujal is echter moeilijk te bereiken en enkel met beetje doorzetting te vinden . Een aanrader voor een uitstapje in het natuurgebied aan de oever van de Sado

Com a ajuda da condessa de Flandres Isabel
Capítulo primeiro:
O Diego de Silves descobriu em nome de D. Henriques os Açores (1427) Já nos anos 1440, começou a povoação das ilhas, Embora as circunstâncias demográficas em Portugal não permitissem que os portugueses se estabelecerão em massa no arquipélago vulcânico. Com a ajuda da condessa de Flandres Isabel, a irmã do Henrique o navegador e também por causa da ligação económica desde a idade média com a flandres. Foi a escolha dos portugueses justificados para deixavam participar os flamengos no futuro das ilhas. Um certo Jacob de Bruges um mercador flamengo na cidade do Porto foi nomeado capitão na ilha terceira e tinha com ordem para povoar a ilha de pessoas que terão o catolicismo como religião. Não conseguiu para povoa -lá e apesar dalgumas almas perdidas, a ilha Terceira ficava deserta, o capitão mesmo desapareceu sem deixar rasto. Na ilha São Jorge, um outro capitão Willem Van der Haegen tentava junto com um grupo compatriotas preparar as terras férteis para agricultura. Mas infelizmente, o mau tempo no inverno provocou um deslizamento e todo o trabalho duro tinha servido para nada. A vida rude e o clima áspero nas ilhas, amedrontava as pessoas e não está surpreendente que o flamengo Joost de Hurtere a quem foi confiado o povoamento da ilha Faial (1468) e em 1448 também sobre Pico usou um estratagema valso para recrutar patriotas com a promessa que vão encontrar ouro e prata mas, nunca encontraram aqueles metais valiosos e a decepção era tão grande que de Hurtere tinha de fugir. Quantos flamengos que se estabeleceram nos Açores, não é exactamente a dizer, mas, devem ser uns dois mil cidadãos. Os flamengos fixavam se principalmente no grupo das ilhas centrais, Terceira, Faial e São Jorge e até hoje pode se notar isto pelos nomes locais, onde têm vivido, como no caso da aldeia os flamengos e o nome da capital de Faial chama se Horta, isto é um derivado do nome Hurtere . Os flamengos aplicavam se principalmente na produção do pastel, uma planta para fazer um pigmento azul para tingir linhos e por isso importante para aquela indústria de linho em Flandres. No seu período inicial de colonização começou entre as ilhas e o país natal dos flamengos um activo comércio vivo. O que é que resta da presença flamenga nos Açores hoje, de nenhum modo a língua pois os flamengos adaptaram rapidamente o Português e a sua língua própria já desapareceu ano 1507seguinte um relatório escrito ao rei de Portugal.