Donderdag 29 november 2007
De repente a imprensa estrangeira tem interesse .
Ontem publicitou o jornal francês Libération uma edição especial com reportagens entrevistas de conhecidos ou desconhecidos belgas.
O cantor Arno ,a cantora Axelle Red
,o director de ópera Gérard Mortier ,o modista Dries Van Noten são todos flamengos de sangue pura que mesmo em Paris estão no foco da interesse pública .Apesar a repreensão permanente, a maioria dos flamengos não é adepto da extrema-direita mas si traz consigo um complexo de inferioridade. Mesmo que a Bélgica existe duzentos anos, e, os flamengos formam uma maioria numérica, apesar de tudo, a sua língua não está aceitada durante muito tempo. Na grande guerra os soldados fronteiriços flamengos foram enviados pela morte para que não percebessem os comandos dos oficiais francófonos. Só em 1919 os estudantes podem estudar na universidade na sua língua própria e ainda mais longe que uma década tivessem de esperar para fazerem uma carreira na administração do estado ou magistratura. Apenas vinte anos passados, os empregados nas lojas chiques de Bruxelas só falavam o francês. Hoje em dia, têm quase somente uma clientela flamenga, a única que dispõe sobre o dinheiro suficiente para comprar uma criação de Armani ou Dior e os empregados tinham de apreender a língua flamenga por causa a necessidade económica. O combate linguístico não só é nacionalista mas também foi uma emancipação social. Até nos anos cinquenta, os flamengos eram cidadãos de classe segunda. Uma coisa normal, a prosperidade económica estava situada no sul de país. A Flandres só era uma região agrícola pobre, pobríssimo. Milhares procuraram trabalho na Valónia para ganharem menos que o pão. Os últimos cinquenta anos, esta imagem de Flandres mudou completamente e, a indústria de Valónia não sobreviveu a globalização do mundo. Hoje em dia, Valónia pertence a mais empobrecida região da Europa, com um desempregado que alcança um nível de vinte até trinta por cento. Na flandres quase não se encontra despregados. Com os seus portos de fama e investigações internacionais em massa assistem à Flandres uma conjuntura de grande prosperidade sem precedente na historia da Bélgica e com apenas uma geração devolveu se até uma das cinco regiões riquíssimas da Europa. A separação da Bélgica e a cessação da solidariedade provocaria para os valões uma perda de 10 por cento dos seus rendimentos. A flandres receia perder a prosperidade e olha com suspeito para os seus vizinhos que seguinte a opinião dalguns custaria demasiada à comunidade flamenga.
É verdade, o complexo de inferioridade está ancorado profundamente na Flandres, pois durante séculos estávamos um país ocupado e tínhamos de dar bem-vindos aos espanhóis, os austríacos algumas vezes os franceses, os alemães e mesmo os holandeses. Que faça tudo isto, dum flamengo um individualista, alguém que desconfiança as autoridades.
Os franceses ou mesmo os portugueses não podem imaginar que teria de combater para a direita falar a sua língua própria. Então os flamengos têm de forçar permanente esta direita da burguesia alta que era na maioria francófono. Os flamengos ficam na sua alma camponeses continuando trabalhar contra " le vent du plat pays" cabeçudo e diligente. Recentemente a geração nova olha para o mundo com menos desconfiança.
Respeita a alma flamenga e você não pode inventar uma pessoa mais calorosa, dadivosa, amável, hospedeira, pessoa que procura tirar o melhor da sua vida, o que é que prova os restaurantes abundantes na Flandres com mais estrelas do Michelin que em França. Mas quando mexe a alma flamenga e o leão flamenga deixa ver os dentes e ele ficará ,teimoso, carrancudo e irracional.
Breughel o velho (Boda de camponeses) Flandres 1568 óleo sobre madeira