a ode à Lisboa

a ode à Lisboa
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Alguém diz com lentidão: "Lisboa, sabes..." Eu sei, é uma rapariga Descalça e leve. Um vento súbito e claro Nos cabelos, Algumas rugas finas A espreitar-lhe os olhos, A solidão aberta Nos lábios e nos dedos, Descendo degraus E degraus E degraus até ao rio Eugénio de Andrade A ode à lisboa |


























