Bruxelas só pode se chamar, Capital da Bélgica quando todos os habitantes são bilingues.


Manneke pis não é o único flamengo que vive na capital belga
Bruxelas é a capital da Flandres, a capital da Bélgica, a capital da Europa, e o Nato.
Mas também é a maior capital do Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo) onde se fala o neerlandês, pois com mais que um milhão de habitantes, maior que Amesterdão. A língua brabantina neerlandês (dialecto) que o burgomestre de Bruxelas ainda bem sabe falar era na altura a língua vernácula. Claro, hoje em dia é isto o Francês e é pena que a língua flamenga (neerlandês) tenha perdido terreno durante os últimos cento e cinquenta anos. Em 1846 ocorreu o primeiro recenseamento linguística e, a Sint Lambrechts Woluwe que faz parte hoje de Bruxelas apenas o,4 por cento falava o Francês e a Etterbeek 3 ou 4 por cento, assim como as aldeias flamengas.
Apenas há trinta anos passados, quando perguntou documentos oficiais na língua flamenga aos funcionária da câmara, desataram a rir, disseram que não os tinham na possa. Ou as vezes, quando queria falar o neerlandês na loja, começaram te insultar. A minha língua materna é língua das animais assim eram a atitude geral. Falar neerlandês? Era a mesma coisa que entrar na sua cueca uma loja no centro e ninguém reagia. Até no início dos anos 80 ocorreu esta malevolência muitas vezes. Então as pessoas para evitar que estariam isolados na comunidade, começavam falar o francês. Hoje a dia ainda há problemas assim. Por exemplo, nos hospitais é difícil falar neerlandês assim como na câmara municipal mas, devo dizer a situação melhorava que anteriores.
A língua flamenga ainda conheça uma reanimação nova. Nos arredores de dansaertstraat, perto do centro. O bairro era na altura desolado mas hoje tem mudado no bom senso. Galarias, loja de luxo, tredy chops e os lofts-apartamentos cressem nos últimos anos como cogumelos. O bairro atraia tantos jovens com poder de compra e falam entre eles a sua língua materna, são flamengos que dominam facilmente os dois idiomas, mais o Inglês e o êxito dos teatros prova o interesse vivo para cultura neerlandesa. Quem fala os dois idiomas na Bruxelas vai conhecer sucesso na vida então um habitante de juiz manda os seus filhos para umas das escolas neerlandesas que estão conhecidas pelas suas qualidades superiores.














,o director de ópera Gérard Mortier ,o modista Dries Van Noten são todos flamengos de sangue pura que mesmo em Paris estão no foco da interesse pública .Apesar a repreensão permanente, a maioria dos flamengos não é adepto da extrema-direita mas si traz consigo um complexo de inferioridade. Mesmo que a Bélgica existe duzentos anos, e, os flamengos formam uma maioria numérica, apesar de tudo, a sua língua não está aceitada durante muito tempo. Na grande guerra os soldados fronteiriços flamengos foram enviados pela morte para que não percebessem os comandos dos oficiais francófonos. Só em 1919 os estudantes podem estudar na universidade na sua língua própria e ainda mais longe que uma década tivessem de esperar para fazerem uma carreira na administração do estado ou magistratura. Apenas vinte anos passados, os empregados nas lojas chiques de Bruxelas só falavam o francês. Hoje em dia, têm quase somente uma clientela flamenga, a única que dispõe sobre o dinheiro suficiente para comprar uma criação de Armani ou Dior e os empregados tinham de apreender a língua flamenga por causa a necessidade económica. O combate linguístico não só é nacionalista mas também foi uma emancipação social. Até nos anos cinquenta, os flamengos eram cidadãos de classe segunda. Uma coisa normal, a prosperidade económica estava situada no sul de país. A Flandres só era uma região agrícola pobre, pobríssimo. Milhares procuraram trabalho na Valónia para ganharem menos que o pão. Os últimos cinquenta anos, esta imagem de Flandres mudou completamente e, a indústria de Valónia não sobreviveu a globalização do mundo. Hoje em dia, Valónia pertence a mais empobrecida região da Europa, com um desempregado que alcança um nível de vinte até trinta por cento. Na flandres quase não se encontra despregados. Com os seus portos de fama e investigações internacionais em massa assistem à Flandres uma conjuntura de grande prosperidade sem precedente na historia da Bélgica e com apenas uma geração devolveu se até uma das cinco regiões riquíssimas da Europa. A separação da Bélgica e a cessação da solidariedade provocaria para os valões uma perda de 10 por cento dos seus rendimentos. A flandres receia perder a prosperidade e olha com suspeito para os seus vizinhos que seguinte a opinião dalguns custaria demasiada à comunidade flamenga.













4 reacties op dit bericht
deux belges
Caro,
A sua conclusão parece me um pouco preconcebido, as duas concurso não foi um incitativo comum da televisão. Que o escritor de Liège estivesse no 77 lugar ,deve ser porque ficou demasiado desconhecido com escritor belga. Já na idade de 18 anos deixou Liège para viver em Paris. A Televisão flamenga tinha 10 finalistas debaixo de qual Jacques Brel o único francófono na lista e ,o RTBF tinha na sua lista, um flamengo Padre Damiaan e o desportista Edy Merkx .Mas Mercks também Flamengo é uma pessoa que vive nos arredores de Bruxelas (parte flamenga) e creia-me para evitar problemas, nunca se chame uma pessoa francófona de Bruxelas um Valão. Curiosamente juntos grandes belgas têm vivido uma parte da sua vida nas ilhas do oceano pacífico. Brel na Ilha " Hiva Oa" da Polinésia Francês assim podia continuar falar francês (voltou para Paris para morrer e seguinte foi enterrado na Hiva Oa ).O padre Damiaan ficou na Molokai em Hawaii até a sua morte, mas, o seu jazigo situa se a Leuven( Flandres) O bruxelense Brel cantou sobre o país dos lavradores flamengos e da menina Marieke e as vezes fulminando os flamigantes. Então, o Damiano dedicou se para cuidar o leprosos a sua vida inteira na solidariedade e tolerância numa ilha completamente isolada do mundo (falava mesmo a língua dos nativos) Voilá deux de belles histoires belges .
cumprimentos de Antuérpia
Um Agradecimento
Descobri agora que, no concurso "Grandes Belgas", Simenon ficou em 10º lugar no da RTBF mas em 77º no da VRT. Por muito flamengo que fosse, parece que na Flandres não apreciaram que se tivesse tornado famoso escrevendo em francês...
Só agora os descobri mas a comparação do resultado dos dois concursos (De Grootste Belg e Le Plus Grand Belge) é muito interessante, pode dizer-nos imenso sobre vós - para quem tenha alguma preparação e esteja interessado, claro.
resposta
Georges Simenon , um verdadeira belga escreveu em frances e é de origem um flamengo
É o maior escritor e cidadão honorário de Liège, entretanto, as raízes da família encontra se no Limburgo, a saber, os avos dele eram de origem do Limburgo. Aliás, ainda hoje em dia, a maioria dos Simenons vive no limburgo-sul . Apesar o Simenon era um escritor de fiicção, nem todas as histórias, tinha imaginado nos seus livros. Por exemplo o livro " la maison ao canal " A casa ao canal (1933) foi baseado numa verdadeira casa com o nome" de wateringen"Porquê escreveu o Simenon sobre esta casa, para que estivesse ele própria lá, para passar alguns dias (quelques jours) . A data exacta, também Simenon não se lembra bem mas ocorreu provavelmente durante as férias de Natal em 1915 ou 16 (tinha a idade de 12 ou 13 anos) Porquê os seus pais o enviam para o Limburgo, os habitantes desta casa era familiares da mãe dele e também para que estivesse na altura a casa dos pais da sua mãe.
Uma Pergunta
Que opinião tem, como escritor (e se já tiver lido livros dele), de Georges Simenon?