O TEMPO

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O TEMPO
Damião de Goís Filho duma mãe flamenga
Filho de mãe flamenga e pai portugues duma família de nobreza, nasceu em Alenquer em 1502.Foi viver como pajem na corte do rei Manuel o primeiro.Continuou depois ao serviço de João terceiro que o nomeou escrivão da feitoria de Antuérpia.Não se limitou a desempenhar as funções que lhe tinham sido atribuídas .Visitou vários países da Europa até mesmo Litânia.Também conhecia pessoalmente mais importantes personalidades do seu tempo como Lutero e Melachton e Erasmo.Quando de regresso à Flandres o país natal da mãe ,inscreve-se na Universidade de Leuven(lovaina).
O palácio dos Marqueses de Fronteira

POEMA AZULEJO DA COSTA DA CAPARICA

O MEU PARAÍSO
NA VEZ PRIMEIRA QUE VIM
Á PRAIA DA CAPARICA.
O TEJO ME DISSE ASSIM:
-CUIDADO ,QUEM VAI LÁ FICA.-
ACOMPANHANDO A SETENçA
COMO O RIO FALOU O MAR.
-E NÄO HÁ FORçA QUE VENçA
AS SAUDADES DE VOLTAR!-
PARTI;MAIS TARDE VOLTEI...
CAPARICA ME PRENDEU:
AQUI P`RA SEMPRE FIQUEI
NA PRAIA-MAR DESTE CÉU.
A.C. 1952
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AZULEJOS MENSAGEM COSTA DA CAPARICA

Marquês de Fronteira palácio
azulejos peculiares

Há mais que dez anos e tal que tínhamos descobrido, em Lisboa ,nos arredores da calçada da boa hora, uma verdadeira tesoura escondida num palácio que serve para o Arquivo Histórico Ultramarino de Portugal.Graça a aprovação do porteiro desse edifício governamental ,tínhamos a possibilidade visitar uma sala em remodelação .O nosso espanto cresceu a cada passo quando vimos os panéis de azulejos nas paredes, apresentando todos os portos da Europa nórdico debaixa da qual a nossa cidade lindíssima do século dezasseis.O porteiro não percebeu a nossa excitação, mas eu explicava ao bom homem que estivemos a olhar para nossa própria cidade Antuérpia.Ao sair do palácio sentimo-nos muito felizes.Tenho a certeza que há poucos turistas que viam aquelas painéis peculiares.
O remédio
isto é um assalto

Tapeçaria flamenga em Portugal

O Pensador

Arco de triumfo português em antuérpia

Frase do dia e que devia ser de todos os dias

Isto

Isto
Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo.Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está ao pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é
Sentir ?Sinta quem lê!
Fernando Pessoa
inesperadamente
Inesperadamente estamos em Portugal para passar o fim do Ano.
Bom Ano
Bolo de Rei
Expo 98 de Lisboa
O peixe que aprendia uma outra língua

JARDINS PROIBIDOS