O museu dos museus na Bélgica

O museu dos museus na Bélgica.
O museu Plantin - Moretus forma um conjunto harmónico de um casarão patrício e uma imprensa autêntica. Na escala mundial é a única imprensa renascentista que sobreviveu intacta quatrocentos anos. Os seus lugares de trabalho originais do antigo " Officina Plantiniana "dispõem dumas colecções de tipográficas peculiares. Especialmente é de interesse importante que a Imprensa, a fundição das letras, a sala dos correctores, a livraria, a biblioteca , o escritório e a casa de habitação estão conservados inteiramente no seu virgem ambiente histórico. O Baltasar Moretus começava com o embelezamento da casa conforme o gosto daquele tempo com paredes forradas de couro dourado (de Espanha e leuven) ou tapeçarias de Oudenaarde e Bruxelas. Dezoito retratos que adornam os quartos foram pintado pelo Rubens um amigo pessoal da família Moretus . Em 1876 depois de quatro séculos a casa e todos os seus tesouros foram vendido pelo donzel Edward Moretus à cidade de Antuérpia. Assim foi salvado um património de um valor inestimável para prosperidade pois, a imprensa aloja as duas mais velhas prensas tipográficas do mundo e mais sete dos séculos dezassete e dezoito que aliás ainda hoje funcionam. O Cristoffel Plantijn (1520-1589) publicou vários livros importantes mas adquiriria principalmente fama com a edição da bíblia em cinco línguas " bíblia regia " Um encargo encomendado pelo Rei Filipe segundo da Espanha. Os livros foram espelhados na Europa inteira, África Norte, o Oriente e nos domínios ultramarinos de Portugal e Espanha para a cristianização dos nativos. A biblioteca "o Gulden Passer" (compasso dourado) consiste de 25000 livros e 638 manuscritos do século nono ate o século dezasseis e ainda hoje em dia historiadores e bibliófilos entusiasmam se para aqueles exemplos fantásticos de livros feitos antes 1501 mas também para obras-primas até o século dezoito. Embora fosse para o papel que o Plantijn - Moretus exerceria como centro do humanismo europeu, a sua influência na arte, na cultura e das ciências que o Unesco tem nomeado os arquivos como Património mundial.
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