palco fado

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palco fado
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Um maço de poemas
Um maço de poemas Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quere passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu. Eh! iemand had een van mijn bladzijden geopend en las bevlogen een gedicht voor: |
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Enseada
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Desafio nº 71 – frases de 2 a 12 palavras Tem apenas um ano. Inesperadamente revelou-se o cio precoce. De providência, fechámos as eventuais saídas. Ai, Shiba fez-nos corar, comportava-se muito estranha. Como um pano movia-se descarada sobre o chão. No parapeito olhava com ternura para os gatos vizinhos. Felizmente o cio não durou e recuperámos a bichana gaiata. Não obstante crescia a presunção obstinada que a Shiba estava grávida. Num dia, a suspeita foi confirmada, deu à luz quatro tigrados encantados. |
quadrinho pintado à mão
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![]() O Hospital |
O larápio do ovo de Páscoa
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Na sua idade avançada
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Igreja da lapa -Povoa de Varzim Desafio RS nr48 -Num rosto diferente no espelho Na sua idade avançada! Arrumando o sótão, o dono encontrou uma moldura pequena com a imagem desconhecida do seu pai. Contente, meteu-a no bolso interior. O que não tinha observado foi o facto que se tivera refletido a sua própria imagem num espelhinho. Briga em casa, a esposa invejosa detetou por acaso a moldura no casaco. Atemorizou-se indignada e vociferava: ― Na sua idade avançada está a enganar-me com uma outra mulher. Ai Jesus! Ainda se ela fosse bonita, mas tão feia. De zolder opruimend,vondt de huiseigenaar een kadertje met een onbekende foto van zijn vader.Tevreden stak hij het in zijn binnenzak. Wat hij niet had opgemerkt was het feit dan hij zichzelf in een spiegeltje zag.Ambras in het huishouden zijn jaloerse vrouw vondt het kadertje . Zij schrok verontwaardigd en tierde . Op jouw leeftijd mij nog bedriegen met een andere vrouw .Ach! was ze dan nog mooi geweest ,maar zo lelijk. |
Uma esbelta espécie de melga
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Zás! Numa noite abafada, havia uma vez um mosquito gordinho, estudante de acupunctura que ia buscar alguma companhia para, juntos, se entregarem a fartas libações sanguíneas. Quando passou pela porta do quarto, viu voar, em torno de um casal dormente, uma esbelta espécie de melga e deu meia-volta. Infelizmente, já manifestamente vencido por tanta beleza, atou-se-lhe a voz na garganta e só pôde balbuciar: Op een zwoele nacht ,was er eens een mug . Student acupunctuur die op zoek ging naar gezelschap,om samen zich te voldoen aan een bloedige slemparty . Toen hij de deur van een slaapkamer passeerde zag hij rondom een slapend koppel een slank mugje zoemen en keerde op zijn stappen terug . Geheel overdondert door haar schoonheid ,bleef zijn stem in zijn keel steken en kon enkel stotterent zeggen: -ZZizza! En het vrouwtje mug zei heel verleidelijk -Oui ,Ziza ! Cést moi . -opopgegepapast -klets! |
falcoaria
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Carregue na rádio para ouvir a história dos alunos da Senhora Luíza Oliveira ANCORA Berchem língua Portuguesa ![]() A falcoaria Era uma vez um Xeque de Oman. Gostava muito de caçar com o seu falcão. Um dia, depois duma reunião fatigante sobre a importância da equitação, o Xeque convidou o ministro de desporto de Dubai para relaxarem no parque do seu castelo magnífico durante uma demonstração de falcoaria. Porém o dia terminaria num conflito diplomático. O falcão, provavelmente sem fome, em vez de apanhar presas, arrancou com as garras a peruca daquele ministro furioso e levantou voo. Er was een sjeik van Oman .Die ontzettend hield van de jacht met zijn valk; Op een dag ,na een vermoeiende bijeenkomst over paardrijden . Nodigde de sjeik de minister van sport van Dubai uit om te relaxen in het park van zijn prachtig paleis tijdens een demonstratie van de valkenjacht . Echter de dag zou eindigen in een politieke rel.De valk , waarschijnlijk niet hongerig ,in plaats van een prooi te pakken rukte met zijn klauwen de pruik af van de woedende minister en vloog weg . |
numa jangada de papel
![]() Seis anos de sofrimento na Síria numa jangada de papel no mar de breu o vento nunca está a favor somente rumo morto para se ser imerso como um mergulho duma pena a fim de conter neste nivel um outro relato numa página que ainda seja desconhecido para mim Een gasaanval doet hen even zwijgen ,zij die bootvluchtelingen van deze vrede oorlog afschrijven als illegalen ,profiteurs en nog andere verontschuldigingen om hen niet te helpen .Gelukkig denken wij er allemaal niet zo over. In een papieren boot op een inktzwarte zee zit de wind nooit goed mee enkel richting dood ondergedompelt worden als de dip van een pen om een nieuw verhaal in dit vlak te vatten op een bladzijde die ik nog niet ken gemeenschappelijke project van Luc De Cleir en Ingrid Heye dichter en beeldend kunstenares |
Primavera
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Superbock
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![]() Als Belg kan ik bevestigen een Super Bock of een Sagres zijn uitstekende bieren .......................... |
blogues da língua portuguesa
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Onde está o tempo, quando os blogues se formaram com a velocidade transónica das estrelas? Em grande número, cada dia milhares blogues transmigravam da internet. Não sei quantas destas estrelas transcendentes já desapareceram no buraco preto. No entanto, no firmamento ainda se encontram astros singulares que transluzem um clarão mais brilhante que outros , transmitando as suas mensagens para humanidade . |
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XX
cruzada
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Cruzada ![]() Entrando na aldeia, o rapaz foi quase apedrejado pelos aldeões, porém avisara-os com uma matraca barulhenta. Quem lhe ofereceu um lugar quente no curral foi o ferreiro. Esse antigo cruzado encontrara muitos leprosos na Terra Santa, esse pária não sofria de gafeira. Então, aconselhou-o a banhar-se cada dia no mar expondo o corpo inteiro ao sol. Milagrosamente, as chagas e dermite diminuíam a olhos vistos. Até os aldeões o saúdam, agora muito cordiais, sem restrições ou preconceitos. Het dorp inkomend werdt de jongen bijna gestenigd door de dorpeleingen . Hij had hen echter zijn aankomst verwittigd met zijn lawaaierige ratel . Wie hem een warme plek in de stal gaf was de smid . Deze oude kruistochtvaarder had vele lepralijders ontmoet in het Heilig Land .Maar deze verschoppeling leed niet aan lepra . Wel gaf hij hem de raad om iedere dag een bad in zee te nemen en vooral om te zonnebaden .Wonderbaarlijk ,de wonden en huiduitslag verminderde aanzienlijk. Zelfs de Dorpelingen begroeten hem nu vriendelijk en zonder voorbehoud . |
Tavira
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![]() Os erros ortográficos,são as minhas criações próprias e não podem ser copiadas sem aviso ao abaixo- assinado . ![]() |
O Avarento
A paisagem de sonho Desafio nº 52 – uma história com música, ruído e silêncio |
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um hálito horrível
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um hálito horrível O Mosteiro de Jesus (1465 – 1874) Visitando o atual Museu de Aveiro, a guarda sorriu quando lhe perguntei se era essa Princesa Joana que não queria se casar, não obstante o desejo do rei .Pois ,cada vez no dia do pedido de casamento ela rezava para ter um hálito horrível, com a intenção para amedrontar os eventuais candidatos . A guarda respondeu -me que não estava ao corrente do hálito mau da princesa mas afirmou-me que há mais pessoas com um mau hálito ,sem que devem se casar. |
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Ó dormidor preguiçoso l
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Desafio Escritiva nº 18 ― onomatopeias na história |
Dois bilhetes para Cacilhas, ida e volta, se faz favor
Barco de passagem Overzetboot van Cacilhas naar Lisboa /cais de Sodré Com muito orgulho apresente aqui um relato de férias dum estudante da nossa escola Encora- línguas -Berchem/ Antuérpia -Bélgica Estamos na estação fluvial do Cais do Sodré em Lisboa. Passamos uns dias na capital, e hoje de manhã decidimos ir a Cacilhas para lá almoçar e dar um passeio no Cais do Ginjal. Já fizemos a travessia do rio Tejo várias vezes nos anos passados, mas isso não nos impede de pagar mais uma vez um bilhete de ida e volta, e ir a ‘Outra Banda’. Vamos a bordo dum Cacilheiro, um destes barcos antigos, vestido em cor-de-laranja, preto e branco. O sol brilha, a temperatura é de uns trinta graus e só há poucas nuvens neste domingo no mês de agosto. Olhamos para os outros barcos que atravessam o Mar da Palha, rumo a Barreiro, Montijo e Seixal. Já muito cedo atracamos em Cacilhas. Em frente da estação fluvial há um largo onde ficam vários restaurantes com esplanadas. O cheiro penetrante de sardinhas assadas está no ar. Vêem-se umas barracas onde os vendedores vendem fruta e tremoços. A uns cinquenta metros fica o terminal rodoviário, onde vários passageiros do ferry apanham o autocarro para a Costa da Caparica ou Setúbal, entre outros destinos. Nós é que vamos em sentido contrário, para o Cais do Ginjal, na zona ribeirinha de Cacilhas. Percorremos lentamente o cais velho e degradado. Há pedras soltas, buracos, garrafas de cerveja partidas, sujidade. O abandono é que rodeia este cais, a destruição, o vandalismo… À esquerda vêem-se antigas fábricas de salga de peixe e de gelo abandonadas, e pequenas casas velhas - ruínas é a palavra mais adequada - com as janelas partidas, o telhado avariado. São muitas as casas que já se desmoronaram. Os sinais de aviso ‘Perigo de desmoronamento’ nas paredes das casas obviamente não foram colocados para enfeitar. Além disso, à direita do cais, um esgoto desagua diretamente no rio Tejo, levando consigo preservativos e pensos higiénicos… Surpreendente é que no meio disso há muitos cardumes. Os pescadores à linha, também eles não estão lá para enfeitar! Mas porque é que gostamos tanto de estar aqui, nessa margem sul do Tejo? Basta lançar um olhar sobre o rio e a cidade de Lisboa um pouco mais além. A capital vista desta margem é fantástica, maravilhosa, inesquecível. A paisagem pela nossa frente é duma formosura rara, faz lembrar um quadro. Uma beleza destas não se vê todos os dias; realmente, estamos num miradouro privilegiado. Daqui pode-se contemplar a silhueta da capital, distinguir a Praça do Comércio, a Sé, o Castelo São Jorge, as igrejas, as docas. Um pouco mais à esquerda vê-se Belém com a sua Torre e o Padrão dos Descobrimentos. Que maravilha! Seria esta a razão pela qual sempre regressamos a este sítio, quando estamos passando uns dias em Lisboa, esse cenário lindíssimo que não pára de nos comover? Chris Van Der Elst |
XX
Ao longo do adarve
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SINTRA een pareltje van portugeze schoonheid Ao longo do adarve, os guardas beligerantes rufaram nos escudos. Com o clamor estrondoso, o cavaleiro sentia-se voltar a si. Embora sempre tentasse evitar aquelas brigas armadas, desta vez não lhe davam outra solução. Apenas desceu do cavalo e já devia entregar-se a uma luta, espada contra espada. No entanto, estava visto que nenhum deles venceria. Talvez ainda surgisse uma viragem inesperada na luta, e pudessem acabá-la sem que soubessem: era uma fraqueza sua ou do atacante? |
Estrangulado
Palavras obrigadas atrapalhação – Bárbaro – crime – Dedo – espicaçar – falido – Grande – hesitação – impossível – jaguar- lamparina – místico – nota – oculto – primeiro – Quatro – Rival – solidão – terminar– urso – varejeira – xaile – zanga Estrangulado °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°° Zij,een duister crimeneel individu ,die niet aarzelde om iemand te pesten ,wanneer zij zich kwaad maakte .Het koppel zonder inkomen was falliet . Het was zij die in dat afgelegen winkeltje het leven beeindigde van de in war gebrachte bediende ,zij wurgde hem op een vreemde manier met een sjaal ...Voor slechts enkele Euro briefjes. |
2 reacties op dit bericht
Art and Kits
E adorei descobrir este fado, que ainda não tinha tido oportunidade de ouvir do mesmo...
Uma fantástica partilha, Alfacinha!
Abraço
Ana
liefde uiten