A libertação de 1944

Na minha juventude, no domingo ao pequeno-almoço, o meu pai contava as suas recordações da guerra, temperadas por detalhes levam-no a esboçar uma imagem sóbria da guerra, mas, nunca esquecendo de apontar que apesar a tragédia, também tinha encontrado boa gente. Ainda garotos, davámos ouvidos às contas. Dezoito dias duraram a resistência belga contra a invasão alemã,na primiera semana da guerra a minha mãe já perdeu um irmão,o meu tio Ben e entretanto o meu pai estava capturado e transportado para Alemanha como cativo, juntos com outros milhares soldados dos países vizinhos de Alemanha.O meu paí sofreu muito mas, só a metade de que os polacos e russas tem de sofrer da fome o frio e mal-tratamentos pelos alemães. Depois de meses longes de cativeiro,a miséria continuará para o meu pai , pois deva que ir trabalhar obrigatoriamente na cidade de Hamburgo onde vivesse sob o terror dos bombardeamentos dos aliados. Afinal a guerra acabou em 1944 e uma parte da Europa viverá em libertada e prosperidade graças as forças progressivas em todos os países ocidentais (menos Espanha e Portugal).
Junto com o nazismo, o ultra direito foi morte em Europa e as ideias progressivas ganharam as eleições. Sessenta e dois anos depois da libertação, o perigo do ultra direito ainda não tem força suficiente para dominar e flagelar mas, torna-se de novo uma ameaça que cresce a olhos vistos, por isso continuamos celebrar a libertação e por favor não deixamos esquecer os milhares mortos que davam a sua vida para que nós tivermos uma vida boa.




























