Um poema dum sem abrigo
Lancei o tempo abaixo
Meu relógio vendido
Ainda não precisa, 0 tempo de gente,
Quando vagabunda não precisa do tempo
Faço o meu próprio tempo
O dia iniciou quando destapa o cobertor
E ir pela rua
O que é que sobra do tempo é decido pelo estômago
Está com sede ou fome, vai a caça, tem satisfação
Dorme a sesta
Assim como os animais selvagens,
Barriga cheia, olhos fechados,
Barriga cheia de fome, olhos abertos
No vazio entre dormir e estremunhar
Prefiro olhar para os namorados
Eles também não gostam de tempo de gente
Também fazem o seu próprio tempo
Têm tempo um para outro, não têm
Unidas as suas mãos, olhos e lábios
Na sua eternidade alegrou-me e
Sinto me unidos com eles
"Até 6 horas " grita um homem a mulher.
Berro "abaixo o tempo"
O homem olha perturbado para mim
Não tem sentido pela eternidade.
1 reactie op dit bericht
Bom dia!
Nog even de portugese sfeer komen opsnuiven...
Het is inderdaad heel eigenaardig dat de huidige droogte hier samenloopt met het "koude" weer in Portugal. Van een klimaatsverwisseling gesproken...
Groetjes,