as rodas da vida

A desenha da verdade

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Xenofobia
Palitos
a caldeirada

caldeirada


a verdade científica

A verdade científica
Nos anos de 2001/2002,o mundo todo
gastou cinco vezes mais com
implante de Silicone e com Viagra do que na
investgação sobre o mal de Alzheimer
O que se pode prever é que, daqui a 30 anos,
Haverá um grande número de pessoas idosas
Com seios enormes e erecções extraordinárias
mas incapazes de lembrar para que ambos
servem......
Já Damião de Góis conhecia o valor da cerveja flamenga

Eikenstraat

Os chocos com tinta
Ricardo Reis

Há amigas e há amigos
O patoO risco para quem.!!!!!
O embaixador
Depois de um intermédio do director da escola, palavras de agradecimento em Inglês ao embaixador Dr. João Diogo Nunes Barata embaixador de Portugal em Bruxelas e , a seguir as palavras da professora Luiza( aliás, a figura de proa da língua portuguesa em Antuérpia) que o elogia para facto que quis falar para os seus estudantes, o embaixador iniciou de boa vontade a palestra sobre a revolução dos escravos.um orador exelente falava claramente, pronunciava cada palavra com facilidade e dignidade o que é que obriga o seu cargo. Mas também deu conta que falava perante estudantes. Durante uma hora e meia descreverá em pormenores a história de revolução ou golpe de estado, as circunstâncias e factos antes e depois. As vezes, deixava saber numa maneira modesta a sua presença de alguns momentos cruciais para Portugal. O embaixador desenvolveu sobre todos aspectos de Portugal uma sabedoria abundante e sensata, um embaixador digno. A noite acabou beber à saúde de Portugal.
Dona Rosa

o macaco
A rotonda Marquês Pombal

O cão
O fado de Lisboa
a perseguição pela igreja não é um facto novo
Poema O Tejo
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O tejo desce de Espanha
E o Tejo entre no mar em Portugal.
Toda gente sobe isso.
Mas poucas sabem qual é o rio da minha aldeia
E por onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertece a menos gente,
É mais livre e mlaior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai- se para Mundo,
Para além do Tejo há a América,
E a fortuna para aqueles que a encontram .
Ninguem nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Poema Alberto Caeiro.
