Als er liefde ontwaakt ,maar je het niet durft uiten ,
omdat je naar haar wel kijkt maar niet durft aan te spreken .
wie gevoelens wilt verwoorden , verstomt meestal ,
spreken lijkt dan op liegen en zwijgen op onverschilligheid ,
naar haar kijken wel ,maar geen woord voor haar ,
als zij verlangens kon lezen ,indien ze die blik kon verstaan,
en als een blik voor haar voldoende was,
om te weten dat het om liefde gaat,
Ach, wie door verlangens overmeestert is wordt stil en wie tracht te zeggen wat hij voelt,
wordt zielloos en de hele tijd spraakloos,
maar als je dit kon zeggen aan haar dat je volledig verstilt in haar aanwezigheid en dat je haar niet durft aanspreken.
Dan moest je jezelf niet meer dwingen,want dan sprak je haar
5 reacties op dit bericht
olá Maria
Estupendos muitos soldados portugueses têm perdido a vida nos campos de flandres e estranha que quase nunca se falem dos feridos, sofrendo para a vida inteira. Os belgas ainda hoje têm grande respeito para esses heróis silenciosos como o seu primo velho ,e na cidade Ieper que sofria tanto durante esta guerra de trincheiras existe um museu, não para glorificar a violência, ao contrário tem como ponto de partido o sofrimento dos soldados comuns. Um museu como acusação contra a guerra, não há melhor maneira para honrar os feridos heróis e mortos .
cumprimentos de Antuérpia
os Avós....
Cá estou eu de novo a comentar....ás vezes sinto mesmo uma grande vontade de o fazer!
Sim, é sobre os avós....os que foram presentes, e os que foram ausentes; ausentes por terem morrido cedo demais, ou por a distância não o permitir; ausentes por vezes também por não quererem ser presentes! mas a ausência, sente-se em contraponto com a presença....quero dizer: sabemos o que são avós ausentes, quando sabemos o que são avós presentes! eu tive os dois! e os que foram ausentes não tiveram culpa de o ser, mas quando partiram não lhes senti a falta......
Mas felizmente há os avós presentes! aqueles que foram uns segundos pais, com quem nós passámos grandes fèrias de verão, com quem aprendemos também, não só o que nos diziam, como o que nos contavam, como o que faziam....! e o exemplo, o que costumamos fazer, é na maior parte das vezes uma forma de ensinar mais eficaz do que o que dizemos!
Também sei o que é ver a minha avó fazer quilos e quilos de marmelada e geleia para o inverno! Também ouvi histórias, do modo de viver passado: Conheci um primo já velhote, que tinha ainda no corpo estilhaços da grande guerra (a 1º), e que por isso gemia frequentemente; vi como cozer batatas num pequeno pote sobre uma fogueira; ouvi histórias de como os lobos se chegavam ás casas no inverno; percebi a garra e a força de viver dos sobreviventes de uma geração, que me foi querida, porque tive a sorte de ter uns avós presentes!
Cumprimentos,
Maria
olá charyna
Ola
FIJNE WOENSDAG