Em 1993, aquele ano lectivo estivemos com trinta e tal alunos
Cada um de nós, tinha a sua razão própria para estudar português
Eu, é por prazer que comecei estudar português, mas outros tivessem outras razões. Por exemplo, um noivo português ou gostassem de ir de férias para Portugal, ou fossem oferecidos um trabalho no Brasil. Então, seja que for a causa , todos gostariam de falar o português por um ou outro motivo.
Na aula um jovem de trinta anos chamou a atenção de todos, estava a procurar desesperadamente aliás sem êxito uma companheira para a vida.
Ele sabia contar histórias, incomparável era sua maneira de exprimir se, sem pensar sobre o efeito das suas palavras, as vezes ridículas e muitas vezes ultrajantes. Principalmente sobre mulheres tinha certas ideias infantis. Por isso algumas alunas tinham uma aversão a ele e outros julgavam-no o tolinho da aula.
Quereria falar o português para que o seu grande amor fosse brasileira, encontrou - a um dia de férias numa lavandaria em Athene, Grécia. Era tão impressionado pela vivacidade e o amor caloroso dela que aproveitará a ocasião primeira para dar uma visita ao seu amor grande no Brasil. Depois duma viagem complicada no interior naquele país enorme, chegou na aldeia da moça, endereço e moça desconhecido. Os aldeãos encolheram os ombros, ninguém a conheceu. Desiludo e sem motivação, entrou num jornal local para pôr um anúncio, mas isto não lhe ajudasse, ainda só tinha uns dias para ficar. Então o jornalista propôs lhe de ir à estação de rádio local para deixar emitir o pedido e assim encontrar a sua amada. O dia seguinte, lá estavam em fila indiana trezentas moças à porta da estação, todos disseram a ser a noiva !?
Eu não quero ser malicioso, talvez seja uma boa ideia para uma novela belga - brasileira.
Parece uma mentira, mas é verdade!
a cineasta Sandra Werneck - o documentário Meninas( fotografia)
7 reacties op dit bericht
caro Senhor
Cumprimentos de Antuérpia
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Quando eu falar com alguém do Instituto Camões vou pedir as fontes e não creio que as haja. O problema é que todos pensam ter havido uma transferência de tecnologia da Flandres, até pelos temas e mestria dos painéis de São Roque, mas a Ciência não se contente sem provas. É possível que com as encomendas da Flandres tenham vindo também oleiros, mas é apenas uma especulação.
Cumprimentos e obrigado
João
caro senhor Mimoso
http://cvc.instituto-camoes.pt/azulejos/sec16.html .
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De persoon die deze informatie schreef in Europalia, schreeft zeker van geloof, niet geschiedenis kennis.
Dank u voor het antwoord. Het is emotioneel om een buitenlander in Portugees te lezen.
Joao
Caro Senhor
Visitei em 1991 a exposição Europalia Portugal "Azulejos " e encontrei a informação ali .
U schrijft trouwens in uitstekend nederlands en veel beter dan mijn koeterwaals portugees.,
Cumprimentos de Antuérpia
Sr
Hallo.
Ik ben Portugees, meer dan 50 jaar. Dus, denk ik dat ik mag uw blog te lezen...
Daarin schrijf U:
"Em 1558 foram produzidos na cidade de Antuérpia uns vários paneis decorativos de azulejos para o palácio de Vila Viçosa.(...) Dois artistas de cerâmicas flamengos estabeleceram -se na península ibérica ,Frans Andries ( Sevilha) e Jan Floris(Talavera).Também três oleiros começam numa oficina em Lisboa a produção de azulejos."
Ik heb nooit gelezen dat drie Vlaamse (?) tegel makers had gewerkt in Portugal in de 16e eeuw ... Waar heb U gelezen dat informatie?
Dank U vel en groeten uit Lissabon
Joao
Azulejo
In ieder geval heeft Lisboa een grote indruk op mij gelaten, een stad met vele gezichten, een stad met een lach en een traan, een stad om niet zo maar door te reizen, een stad om langer blijven bij stil te staan...
We hebben er zelfs een Belg uit Ternat in lompenkleren ontmoet die er straatanimatie doet...de vuurgoochelaar in Rua Augusta.
O Ramiro heb ik niet gevonden op het nummer 1 op de Avenida Almirante maar wel O Barcabela een Restaurante-Cervejaria met zeevruchten als hoofdingrediënt en gelegen op de andere hoek aan het eind van de Rua da Palma nr 285.
Bloggroet van Pedro