O sol-posto no Tejo


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O sol-posto no Tejo

arranjámos sardinhas e tintol

Em Portugal come se bem, um dado que fica a pé como um rochedo na ressaca, mas reconheço, as circunstâncias, o ambiente devem ser óptimas,
Mas quando não estão presente?
Surfing
Destrua as ondas não as dunas
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para aqueles que deploram que

Em 1977 além de ser a minha primeira visita à capital, encontrava naquele país ao Atlântico não só o ambiente da minha juventude mas também uma sociedade forte com a vontade deixar atrás os escombros de um regime esquelético e avançar definitivamente no caminho do progresso. Residimos no hotel Altis, por isso, não estranho que para quem tenha o privilégio dormir dentre os lençóis suaves deste hotel luxuoso, tudo se fazia canto, Pois, também precisávamos de descobrir as novidades e as impressões da vida portuguesa. Não me deixava perder a oportunidade apanhar o elevador da glória para subir ao bairro alto e vaguear nas ruazinhas e ver as lojinhas dos antiquários, os restaurantes com as suas montras cheias de peixes exóticos e carnes frescas No rossio, a esplanada da pastelaria Suíça (a única na cidade) era nosso lugar certo para descansar e gozar do movimentos na praça como se enrolasse uma fita dos anos sessenta enfrente nossos olhos.
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Hoje, Lisboa efervesce de cultura rica e tirou drasticamente as suas estruturas antigas para enfrentar o Millenium e para aqueles que deploram que o amolador desaparecesse e o engraxador tenha de buscar às pessoas sem nikes aos pés ou o eléctrico 28 só está lotado de turistas e o horizonte enchido com arranha-céus.É pena talvez, mas uma coisa está certa, Lisboa vive e não pára..
a residência

O castelo de Palmela

O moinho

Ao contrário dos folhetos turísticos holandeses deixam presumir, o moinho não é uma invenção holandesa.
Também os chineses tenham pretendido que 2000 mil anos passados os primeiros moinhos já girariam no seu império, mas não há indicações encontrados para confirmar esta teoria. Uma outra conta mais obstinada sobre a origem é que os moinhos vêm do Extreme Oriente, mas nada é menos verdade. Em 1190, durante a terceira cruzada foram os cavaleiros da fé cristã! Que os teriam introduzido nos arredores de Jerusalém. Seja o que for, os últimos nomeados fundos indicam a Flandres como o país de origem do moinho. Uma escritura oficial já confirmou a existência de um moinho no condado de Flandres, no ano 1183. Então podemos concluir sem vergonha e claro com muito chauvinismo que aqueles lindíssimos moinhos brancos nos outeiros de Portugal estão lá graça uma invenção vindo da Flandres. Em Portugal os seus sucessores, os turbines de ventos já estão fraternamente ao pé deles, produzindo electricidade. Enquanto na Flandres os primeiros parques de turbines ainda têm que ter construído.

O nosso amigo do blogue Cascais escreve

O nosso amigo do blogue Cascais escreve no seu posto sobre um restaurante belga com uma reputação boa,situa-se no centro de Cascais. Para dizer a verdade, estava surpreendido.Pois que, nunca encontrei em Portugal uma casa gastronómica com um cozinheiro belga ao fogo. Nossos países vizinhos, a cozinha belga tem uma boa reputação. Principalmente os Holandeses gostam de atravessar a fronteira para terem um fim-de-semana culinária nosso país, mesmo os franceses conhecidos pelos seu chauvinismo grande admitem a qualidade alta dos nossos restaurantes Por isso, agradece-me muito a ideia, para a nossa próxima paragem em Portugal deixamos conhecer aos amigos os segredos culinários da cozinha belga.
O Nosso amiguinho descreve vivamente e com olho de perito alguns pratos como hã os filetes de pato enriquecidos por cerejas ou o lombo de vaca com endívia todas refeições belga obvio. Espera que na lista não falte as enguias com molho verde, o Waterzooi de Gand ou O bouché à la Reine .
Endreço: Restaurante Eduardos , Largo das grutas, 32750-Cascais : tel 2148331901
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Euromilhões

o repuxo

Algarve
O progresso
Não pode se imaginar como é a distância de frequêntação entre os turistas e os aldeões. As pessoas estão lá abertas curiosas para te conhecer, e tudo vai com uma atitude de naturalidade nativa, como se nos belgas esqueçamos a maneira como que frequentem livremente uns aos outros.
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Quando fala com os aldeões seja no Alentejo seja no Minho ou uma outra parte deste país eles sabem que cada envolvimento vai junto com lucra e perca e a oportunidade que a vida tradicional vai perder seu carácter é grande. No Alentejo encontrei um trabalhador rural, tem setenta e oito anos, vive numa cabana sem água corrente nem electricidade e, ainda cada dia vai ao trabalho e com ele há muitos que assim vivem numa vida em pobreza escondida. Estão fartos ter uma vida dura e têm muita razão quando exigem um trabalho decente.
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Posso deplorar, mas não vivo lá que as mulas, os carros de bois para louvara ou os porqueiros a pastar no campo estão a desaparecer, mas, desde a minha vida confortável de cidadão é facilmente julgar que é um pecado mortal que o Alentejo salta na carreta do progresso e assim perderá uma parte da sua beleza natural.
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costa
No milheiral

a praça de Camões Cascais
Na altura Cascais era uma aldeia piscatória, hoje a dia uma metrópole a fervilhar de actividade cheia de turistas e gente enriquecido depois 1974. (Espécie de Knokke -Zoute )
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Na minha primeira visita tudo me fazia encanto, lembro me de Cascais mais que tudo, o sol inverno do mês de Dezembro, a intensidade do sol obrigava-nos a desabotoar os casacos. Um sentido inesquecível para nórdicos que somos.
Cascais, dispõe sobre encantos peculiares a admirar a fortaleza, as mansões antigas, as pastelarias, as ruas e suas lojas, e, claro não falta na minha lista a boca de inferno. A praça de Camões outro sítio na cidade onde se pode gozar do ambiente local. Desfrutando uma bebida fresca na esplanada e entretanto aproveitar da sombra de um toldo grande e O canto de um músico ambulante aumenta a sociabilidade desta praça.

O músico ambulante aproximou
a nossa mesinha com um balde na mão.
-têm uma moeda para a música. Por favor
-o senhor é do Brasil?
Perguntava -eu.
Um sorriso de dentes como pérolas brancas
apareceu no rosto.
-Não ,não senhor, sou de uma raça mais pura,
sou de Angola .
O céu azul

Weet iemand waar dit gebouw staat in Lissabon ??
a grande guerra e os Portugueses

A todos os homens esquecidos nos campos de Flandres
Não sabia nada sobre a contribuição portuguesa à grande guerra,
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As primeiras tropas do Corpo Expedicionário Português chegarem no fim do Outubro 1917 levam três meses de barco e mais três dias de comboio de Brest até à frente na Flandres. A guerra já se prologou três anos. A região do rio Yser (Flandres) ficava completamente inundada. Por mandado militar, um guarda de comportas (Karel Cogge) tinha aberto as eclusas. As terras abaixo do nível do mar inundavam e durante quatro anos a maré ficará submergir dia após dia os prados baixos e tinha com objectivo militar, parar a marcha dos alemães.
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O museu da grande guerra de Ieper fundado como um lamento intenso contra a guerra, é um discurso para uma paz eterna no mundo inteiro. Vale a pena visitar o museu de Ieper
Nada lhes tiveram poupado, o frio, a humidade, o fedor, a fome, os ratões, a doença, a guerra e sobretudo o disfarçado gás químico lançarem morte e desgraça sobre os soldados aliados.
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Portugal envolveu-se, depois, em combates em França
4 De Abril, as primeiras tropas portuguesas entram nas trincheiras. É morto o primeiro soldado português em combate, António Gonçalves Curado.
A lista vai estar longe, afinal 1643 militares portugueses morreram na grande guerra e estão sepultados no cemitério português de Richebourg.
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Velen onder ons weten niet dat ook portuguezen meevochten in de eerst wereldoorlog ,hieronder bijdrage van Afonso met de juiste aantallen van legereenheid en gesneuvelden mijn dank voor deze bijdrage
"Para que a historia seja mais perto da verdade."
As primeiras unidades do Corpo Expedicionario Português chegaram a Brest no principio do mês de febreiro 1917. Os efectivos Portugueses em França foram de 55 138 homens (3 429 oficiais, 3 051 segentos, 5 398 cabos e 43 260 praças). Desses homens 2 086 deixaram a vida na frente Europeia e estão hoje sepultados como ségue: - 1831em Richebourg, -44 em Boulogne sur Mer, -7 em Flandres, -3 em Portugal e -201 desaparecidos ou sem sepultura.
Cordiais saudações
escrito por Afonso
amor é um fogo
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amor é um fogo que arde sem se ver,
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Costa da Caparica Popular
a porta antiga
Cascais encantadora

Cascais encantadora