No jardim


Braga
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No jardim

Braga
cinco minutos
Os cinco minutos do 1 Fevereiro
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Aqui e ali algumas luzes foram apagadas nos edifícios do governo, demasiado pouco. Somente os restaurantes sob a pretexto da salvação mundial têm servido o jantar na luz do castiçal. Não suficiente para um mundo onde a fauna e flora ainda não reconhecem as estações do ano. Por cinco minutos escuridade não salva um prado nem o mundo, se quisermos salvar a planeta, precisamos de viver cinco séculos na obscuridade. Temos de exilar todos os frigoríficos para depósito e guardar tudo na cava fresca. Como nos tempos dos nossos avos .
É verdade, rituais e símbolos estão para acalentar, como argumento? Afinal foram umas coisas esplêndidas que de repente por cinco minutos as luzinhas do Atomium em Bruxelas apagaram. Mas não esqueçam, a energia para emitir aquelas imagens do colapso poético pela televisão têm custado algumas árvores.
Não quero ser cínico mas nascemos na escuridade e morreremos na escuridão.
Mar português

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Ó mar salgado ,quantos do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nossos, ó mar! Valeu a pena ? tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu. |
o Collin Farrell e Bruges
Bruges, todas as noites, as ruas ainda estão enfeitadas como no fim do ano. Um descuido da câmara municipal com certeza não. A decoração de natal fica pendurada como cenário para uma fita que vai estar realizada pelo vencedor do Óscar Martim Mcdonagh Os actores do écran
o Collin Farrell ,Brendan Cleeson,e Ralph Fiennes vão desempenhar um papel nessa comédia preta do crime. O Mcdonagh tem escrito o cenário ele próprio. A sua explicação era simples. Três anos passados teve visitado a cidade e imediatamente estava encantado pelos canais e ambiente romântico que lá domina. Depois cresceu na mente um enredo, por isso a cidade funcione não só como cenário mas também como um carácter, uma personagem essencial.
Numa pergunta ao realizador se Bruges ainda não seria mais adequada para uma fita romântica desatava a rir "exactamente, este contrasta preciso para fazer a minha comédia preta " Aliás o director da produção estava muito satisfeito para que a população de Bruges reagisse com entusiasmo ao apelo para se oferecer como figurantes. E mesmos os actores estão encantados sobre a frequentação dos nativos. De vez em quando alguém acanhado tira uma fotografia, de resto deixam as vedetas do cinema em paz. Não sei por quando este filme internacional vai exibir nas salas de cinema em Portugal mas somente já vale a pena ver a lindíssima Bruges e para aqueles que não sentem interesse pela cidade podem admirar o Collin Farrel.
A beleza e a loucura
O FILIPE DE HABSBURGO "O BELO"
Era o pai do Carlos quinto, casou se a Joana de Castela.
Morreu na idade de apenas 28 anos no seu palácio Casa del Cordona . Já sem demorar os seus amigos enviaram o seu coração de barco para Bruges a sua cidade natal. Uma caixinha plúmbea foi juntada no túmulo monumental da sua mãe, a Maria de Burgúndia, ao lado do túmulo do seu avô o Carlos o Temerário. Pelo tempo o seu coração apodreceu, só ficava o mito da sua requinta beleza e a loucura presumida da sua esposa Joana. Os séculos passados o Filipe o belo foi esmagado entre dois peso -pesados como o seu pai Maximiliano de Habsburgo e seu filho o imperador Carlos Quinto. Embora na sua vida curta não se demonstrasse como um rei fraco. Como rei de Castela aspirava à paz com o rei de França e também quiser aplicar a inquisição com generosidade um facto na altura muito valente e individual. A exposição mostra a vida cultural requinta à corte de Filipe, como a música de Alexander Agrícola e Pierre de la Rue ou as obras dos pintores Memling e principalmente Bosch o seu favorito.
A Joana de Castela, muitos julgou que fosse louca e a partir do ano 1509 esteve trancada na Tordesillas . Louca! Seguinte os fundos consultados não pode confirmar isto, afinal continuava educar a Catilina, a filha mais nova e a futura rainha de Portugal. É verdade, tinha uma personalidade forte e, isto não foi apreciado pelo corte castelhano. Depois da morte de Filipe o Belo, ela vagueou quase três anos pela Castela com os despojos mortais do marido. O cortejo só se deslocou durante a noite e, parava mesma na minúscula aglomeração do país. Na igreja foi dedicada uma missa fúnebre e o caixão estava aberto para obrigar o seu acompanhamento ver o cadáver. Louca talvez! Mas o Dom Pedro de Portugal não fazia uma coisa semelhante com a sua amada Inês de Castro.

Uma Exposição em Bruges
A beleza e a loucura: a partir de 30 de Janeiro até ao dia 15 de Abril
Contra a guerra de Iraque
A vedeta do ecrã branco a Jane falava aos manifestantes contra a guerra no Iraque. Um momento de emoções grandes. Uma mulher que tem mais valor que qualquer político belga.
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o mais antigo lei do ano 1547
O mais antigo lei do ano 1547 foi abolido no parlamento belga
Num edital de dez de Dezembro 1547
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a estátua de Brabo e antigoon

A estátua no meio da praça municipal deve ser a mais tirada fotografia de uma estátua pedestre em bronze nossa cidade Antuérpia. O homem nu que está em cima do pedestal, é o Silvo Brabo um romano, numa posição como um atleta grego, lança fora a mão do gigante( antigoon) que acabou vencer, O castelo representa a cidade e a sereia que tem nas mãos um barco por cima da cabeça representa o rio Escaldo, em baixo juntos com os monstros do oceano profundo jaz o corpo moribundo do colosso, assim forma-se uma narrativa sobre repressão e libertação, também explica a estátua o nome da cidade mão =
encontrará de novo o meu bar favorito na praia?
No país das quatrocentas cervejas de gosto diferente

a perda de memória
Em Portugal as pessoas não falam muito sobre os tempos antes do 25 de Abril, embora eu já encontrasse algumas que esboçariam um quadro lúgubre da tragédia que fora o regime.
Na fronteira de Portugal e Espanha um hoteleiro falava me sobre os tiroteios e armadilhas, a audácia dos contrabandistas mas também dos desesperados refugiados que se ponham a fugir para escapar um sistema opressivo, infelizmente, as vezes acabariam com um desfecho mortal. Ou a história que me contou um empresário que tinha de se limitar na PIDE pela compra industrial feito no estrangeiro. O regime funcionou como uma medusa venenosa e captava todos num estrangulamento forte.
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a palestra da Rita
A palestra da Rita,
Portugal com História(s)
Estivemos convidados pela notável figura de proa da língua portuguesa em Antuérpia. A Louíza , uma senhora que sempre está muito ocupada a promover a sua língua. A sala de reunião estava cheia, uma jovem, uma donzela de apenas vinte e tal anos teve preparado a sua apresentação profundamente, falava com uma voz clara, pronunciando cada sílaba como fruta sazonada. O fio vermelho nesse guia da História de Portugal era a contribuição linguística e económica dos vários povos que se estabeleceram no país. Durante as duas horas de explicações, extremo profissional, acumularam se progressivamente as datas e factos históricos e vão ter ao nascimento dum país e um povo. Um povo que está unido na pessoa própria da Rita, inteligente, amável, independente e a beleza natural sobre quais todos os descendentes dos povos ibéricos dispõem. Obrigado Rita para uma noite educativa e encantadora.
Cumprimentos dos dois combatentes velhos da Eikenstraat

o castelo de Leiria
O barco na praia com o nome robalo

Peixes:Os robalos vivem preferencialmente em águas costeiras e estuarinas, podendo ser encontrados na parte alta dos rios. Alimentam-se principalmente de peixes e crustáceos. São considerados, em relação à carne, como peixes de ótima qualidade. Como características gerais podemos dizer que são peixes de corpo alongado, comprimido, com o perfil dorsal acentuado. Os dentes são pequenos e o pré-operculo com margem serreada.
história da juventude
a ilusão
A ilusão
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A velhice, as vezes tem conhecimento que alguém a tem alcançado. Como se seja alguma coisa para que tenha de trabalhar arduamente para conseguir. Enquanto seja uma coisa inevitável e imerecida, nada que deve fazer para adquirir, como um rollerskater que quase parado suba aparentemente lenta, para chegar enfim ao topo, hesita dois segundos e, depois rebola com uma velocidade desenfreada para baixa.
Há raros os dias que não estou a pensar: é para já. Rapidamente espreitar no espelho. Infelizmente não é umas coisas que vemos nos próprios. Mas geralmente diga alguém ao alguém, umas coisas sobre ainda alguém doutro " Ele começa a envelhecer. Le coup de vieux " Um golpe de suicídio pelo tempo. Na cara, gestos, relance de olhos, a nuca.
Chama-se, a armadilha genética, o modo como o corpo quase sem alteração pode continuar decénio depois decénio e de repente está à mercê do envelhecimento em apenas dois anos.
Assim é a ilusão, engraçada e ao mesmo tempo cruel, a ideia que o corpo se mantenha durante anos sem alternação. Só há um pormenor aparentemente fútil mas disfarçado, uma cãibra na perna, um vinco no semblante, brechas na memória.
Até ao dia, alguém abre a porta para ti e, notamos numa fracção de um segundo nos olhos de quem abriu a porta, ai! Ele envelheceu ou ainda pior ela envelheceu.
Ainda negamos o reconhecimento do outro e continuamos por algum tempo antes de querer aceitar o facto de velhice.
Não é verdade que sejamos o melhor Ilusionista de si próprio.
Joaquim e a bandeirasímbolo da nossa pátria, é formada por uma faixa verde e outra vermelha. A parte verde simboliza a esperança, aquela esperança que os portugueses sempre tiveram no engrandecimento da nação. A faixa vermelha, lembra-nos o sangue que tantos e tantos heróis verteram nos campos de batalha para nos darem livre e resgatada? Esta Nação que hoje é o nosso orgulho. Ao centro da Bandeira encontra-se a esfera armilar, em amarelo, que simboliza os Descobrimentos feitos pelos Portugueses nas 5 partes do mundo. Sobre a esfera armilar, encontra-se o escudo vermelho e branco, significando as lutas que os nossos cavaleiros travaram para alargarem e difundirem a Pátria. No escudo, encontram-se sete castelos, em amarelo, que significam a conquista definitiva do Algarve, quando D. Afonso terceiro conquistou aos Mouros os seus principais castelos. No escudo e ao centro, há cinco quinas, em azul, simbolizando os 5 reis mouros vencidos na batalha de Ourique, por D. Afonso Henriques. Em cada quina há cinco pontos brancos representativos das cinco chagas de Jesus Cristo. Pelo grande significado patriótico religioso que encerra, bem merece a Bandeira Portuguesa o nosso mais vivo respeita. Esfera - armilar que representa os círculos da esfera celeste /chagas torturar, que quer dizer as cinco chagas de deus – as cinco torturas de deus |
A canção alentejana
Já passou muitos anos, quando o Joaquim chegou na Bélgica e ainda tem muitas saudades da sua terra. Quem visitava aquelas terras sabe porque. O Alentejo é lindo e o povo alentejano é um povo brioso que trabalha e gosta de cantar mesmo durante o trabalho no campo.
A letra da canção foi escrito pelo Joaquim para A Nova Aurora Grupo Alentejano de Aljustrel

Sou sou de Aljustrel pôde crer, de Aljustrel sou dessa terra aonde nasci, com a nossa senhora do castelo, de Aljustrel, da terra do pão de cada dia, sim sou sou de Aljustrel, sou da terra dos meus avós, a sua represa, sim daí sou dessa linda terra no Alentejo, também em Aljustrel as suas minas de cobre, dessa terra que têm sempre um lugar no meu coração, sou sou sim de Aljustrel da terra da gente nobre daí sou dessa terra abençoada.

20-01-2007 om 20:08 geschreven door Joaquim-opatje
Mijn dank voor de bijdrage van Joaquim aan dit blog
uma tromba não se deixa parar
Evidentemente,choramos a falta das vítimas mortais, mas um dia de tempestade com vento violento dá outra dimensão nossa sociedade. Como se fosse levantado pelo furacão, a solidariedade vinham das mais profundas fendas ou ao menos a ilisão.
Claro havia muita desgraça, telhas soltas, árvores arrancadas, carros esmagados. De repente, mulheres, camponeses e outros foram soprados das suas bicicletas, uma tromba não se deixa parar. Tal um tempo tempestuoso também tem a sensação da redescoberta. De repente ouvimos falar dos serviços públicos. Saudamos os bombeiros. O caminho-de-ferro parece se que tenha oferecido aos viajantes encalhados, café e bolos. Que o carteiro tardou mais que uma hora ninguém se preocupa - Não há choradeira. Desta vez bradava sobre as auto-estradas a agressão do vento e chuvas de pedras e não os carrascos da velocidade.
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A individuação apanha uma pancada do temporal. Os homens e mulheres dos serviços de socorro sempre estão passados por alto no tempo calma, mas, agora com o mau tempo, punhados em foco nas notícias fazem figura.
Um pequeno desastre torna-se em lucro, cresce alguma coisa como o calor de solidariedade num dia de ventania. A alegria de mal alheio lasca na força de solicitude. Finalmente mesmo partilharíamos junto o nosso pão.
Na internet já no início da tempestade um apelo aos leitores "procura a melhor fotografia do furacão" diga-me, afinal ficamos todos voyeurs com ou sem rajadas nas costas. Quem não gostaria de ver, uma donzela que fosse soprada fora das peúgas.
Cada passarinho só canta a sua própria canção
Vagueio todos os dias pelos blogues portugueses à procurar dos mais engraçados ou interessantes itens. A minha fome está cada vez maior e felizmente a oferta que os portugueses apresentam no ecrã da internet é de uma qualidade superior.
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A ode de Aljustrel
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Aljustrel
Aljustrel querida que te deixei quando tinha doze anos , te deixei mas não te esqueci porque estàs sempre dentro do meu coração , as tuas casas da cõr das rozas brancas ,e o sol que aquece os corações, a vila de bravos homens , a vila que quando tenho muita saudade ,sempre estàs no meu penssamento , quanto o tempo é demasiado lento,penso em ti , o meu coração chora , escuto as musicas do Alentejo ,frazes escritas pela mão ,mas saem do coração, o meu Aljustrel com a tua là no alto nossa Senhora do Castelo com toda a sua majestade sorrindo para a vila ,aquelas terras espendidas cheias de trigo , para dar o pão de cada dia ,um povo humilde e trabalhador , muito trabalho de dia , mas à noite hà sempre festa , tudo isto que escrevo e que não escrevo tudo isto é a minha vila de Aljustrel , que deixei mas nunca te esquecerei, para o resto da minha vida , Aljustrel està e sempre estarás dentro do meu coração ,////joaquim 07/02/06