história da juventude

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história da juventude
a ilusão
A ilusão
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A velhice, as vezes tem conhecimento que alguém a tem alcançado. Como se seja alguma coisa para que tenha de trabalhar arduamente para conseguir. Enquanto seja uma coisa inevitável e imerecida, nada que deve fazer para adquirir, como um rollerskater que quase parado suba aparentemente lenta, para chegar enfim ao topo, hesita dois segundos e, depois rebola com uma velocidade desenfreada para baixa.
Há raros os dias que não estou a pensar: é para já. Rapidamente espreitar no espelho. Infelizmente não é umas coisas que vemos nos próprios. Mas geralmente diga alguém ao alguém, umas coisas sobre ainda alguém doutro " Ele começa a envelhecer. Le coup de vieux " Um golpe de suicídio pelo tempo. Na cara, gestos, relance de olhos, a nuca.
Chama-se, a armadilha genética, o modo como o corpo quase sem alteração pode continuar decénio depois decénio e de repente está à mercê do envelhecimento em apenas dois anos.
Assim é a ilusão, engraçada e ao mesmo tempo cruel, a ideia que o corpo se mantenha durante anos sem alternação. Só há um pormenor aparentemente fútil mas disfarçado, uma cãibra na perna, um vinco no semblante, brechas na memória.
Até ao dia, alguém abre a porta para ti e, notamos numa fracção de um segundo nos olhos de quem abriu a porta, ai! Ele envelheceu ou ainda pior ela envelheceu.
Ainda negamos o reconhecimento do outro e continuamos por algum tempo antes de querer aceitar o facto de velhice.
Não é verdade que sejamos o melhor Ilusionista de si próprio.
Joaquim e a bandeirasímbolo da nossa pátria, é formada por uma faixa verde e outra vermelha. A parte verde simboliza a esperança, aquela esperança que os portugueses sempre tiveram no engrandecimento da nação. A faixa vermelha, lembra-nos o sangue que tantos e tantos heróis verteram nos campos de batalha para nos darem livre e resgatada? Esta Nação que hoje é o nosso orgulho. Ao centro da Bandeira encontra-se a esfera armilar, em amarelo, que simboliza os Descobrimentos feitos pelos Portugueses nas 5 partes do mundo. Sobre a esfera armilar, encontra-se o escudo vermelho e branco, significando as lutas que os nossos cavaleiros travaram para alargarem e difundirem a Pátria. No escudo, encontram-se sete castelos, em amarelo, que significam a conquista definitiva do Algarve, quando D. Afonso terceiro conquistou aos Mouros os seus principais castelos. No escudo e ao centro, há cinco quinas, em azul, simbolizando os 5 reis mouros vencidos na batalha de Ourique, por D. Afonso Henriques. Em cada quina há cinco pontos brancos representativos das cinco chagas de Jesus Cristo. Pelo grande significado patriótico religioso que encerra, bem merece a Bandeira Portuguesa o nosso mais vivo respeita. Esfera - armilar que representa os círculos da esfera celeste /chagas torturar, que quer dizer as cinco chagas de deus – as cinco torturas de deus |
A canção alentejana
Já passou muitos anos, quando o Joaquim chegou na Bélgica e ainda tem muitas saudades da sua terra. Quem visitava aquelas terras sabe porque. O Alentejo é lindo e o povo alentejano é um povo brioso que trabalha e gosta de cantar mesmo durante o trabalho no campo.
A letra da canção foi escrito pelo Joaquim para A Nova Aurora Grupo Alentejano de Aljustrel

Sou sou de Aljustrel pôde crer, de Aljustrel sou dessa terra aonde nasci, com a nossa senhora do castelo, de Aljustrel, da terra do pão de cada dia, sim sou sou de Aljustrel, sou da terra dos meus avós, a sua represa, sim daí sou dessa linda terra no Alentejo, também em Aljustrel as suas minas de cobre, dessa terra que têm sempre um lugar no meu coração, sou sou sim de Aljustrel da terra da gente nobre daí sou dessa terra abençoada.

20-01-2007 om 20:08 geschreven door Joaquim-opatje
Mijn dank voor de bijdrage van Joaquim aan dit blog
uma tromba não se deixa parar
Evidentemente,choramos a falta das vítimas mortais, mas um dia de tempestade com vento violento dá outra dimensão nossa sociedade. Como se fosse levantado pelo furacão, a solidariedade vinham das mais profundas fendas ou ao menos a ilisão.
Claro havia muita desgraça, telhas soltas, árvores arrancadas, carros esmagados. De repente, mulheres, camponeses e outros foram soprados das suas bicicletas, uma tromba não se deixa parar. Tal um tempo tempestuoso também tem a sensação da redescoberta. De repente ouvimos falar dos serviços públicos. Saudamos os bombeiros. O caminho-de-ferro parece se que tenha oferecido aos viajantes encalhados, café e bolos. Que o carteiro tardou mais que uma hora ninguém se preocupa - Não há choradeira. Desta vez bradava sobre as auto-estradas a agressão do vento e chuvas de pedras e não os carrascos da velocidade.
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A individuação apanha uma pancada do temporal. Os homens e mulheres dos serviços de socorro sempre estão passados por alto no tempo calma, mas, agora com o mau tempo, punhados em foco nas notícias fazem figura.
Um pequeno desastre torna-se em lucro, cresce alguma coisa como o calor de solidariedade num dia de ventania. A alegria de mal alheio lasca na força de solicitude. Finalmente mesmo partilharíamos junto o nosso pão.
Na internet já no início da tempestade um apelo aos leitores "procura a melhor fotografia do furacão" diga-me, afinal ficamos todos voyeurs com ou sem rajadas nas costas. Quem não gostaria de ver, uma donzela que fosse soprada fora das peúgas.
Cada passarinho só canta a sua própria canção
Vagueio todos os dias pelos blogues portugueses à procurar dos mais engraçados ou interessantes itens. A minha fome está cada vez maior e felizmente a oferta que os portugueses apresentam no ecrã da internet é de uma qualidade superior.
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A ode de Aljustrel
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Aljustrel
Aljustrel querida que te deixei quando tinha doze anos , te deixei mas não te esqueci porque estàs sempre dentro do meu coração , as tuas casas da cõr das rozas brancas ,e o sol que aquece os corações, a vila de bravos homens , a vila que quando tenho muita saudade ,sempre estàs no meu penssamento , quanto o tempo é demasiado lento,penso em ti , o meu coração chora , escuto as musicas do Alentejo ,frazes escritas pela mão ,mas saem do coração, o meu Aljustrel com a tua là no alto nossa Senhora do Castelo com toda a sua majestade sorrindo para a vila ,aquelas terras espendidas cheias de trigo , para dar o pão de cada dia ,um povo humilde e trabalhador , muito trabalho de dia , mas à noite hà sempre festa , tudo isto que escrevo e que não escrevo tudo isto é a minha vila de Aljustrel , que deixei mas nunca te esquecerei, para o resto da minha vida , Aljustrel està e sempre estarás dentro do meu coração ,////joaquim 07/02/06
O RIO
EU sigo um rio de lágrimas,
lágrimas de amargura ,
lágrimas da desilução ,
esse rio nasce no coração ,
um rio com muita alteza ,
e com muitas descidas ,
um rio sano ,
e outras vezes bravo,
o rio da ilusão e da ternura ,
também da alegria ,
do amor e da paixão ,
sempre esse rio corre ,
e nunca deixara de correr ,
porque sempre haverá gente alegre ,
e gente triste ,
e assim vai correndo o rio .
Joaquim

bezoek het blog van Joaquim een portugees, neen een alentejano, die in het vlaams schrijft druk op de foto
sem palavras
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rélogio
pescadores Costa da Caparica

a gaivota

Alcácer do Sal
Alcácer do Sal,
Desde a auto-estrada a vila saltava aos olhos, que lindo, no arredor inteiro só havia os arrozais verdes e ao pé das casas um rio tortuoso. As casinhas brancas rastejam misturadas até ao castelo.
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Mértola

Mértola
Alcácer do Sal

O rato e bichano
Gato que brincas na rua
Como se fosse na cama,
Invejo a sorte que é tua
Porque nem sorte se chama.Bom servo das leis fatais
Que regem pedras e gentes,
Que tens instintos gerais
E sentes só o que sentes.És feliz porque és assim,
Todo o nada que és é teu.
Eu vejo-me e estou sem mim,
Conheço-me e não sou eu.Fernando Pessoa
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Cool Slideshows |
Os idiomas regionais
A língua flamenga renasce na França
Os dois departamentos Norte e Pas de Calais até a metade de século dezassete faziam parte integral do condado de flandres. Hoje em dia, a região chama-se Francês -flandres e as cidades como Douai, Kassel,Duinkerken,Hazebroek e bailleul passaram à França pelos tratados seguintes dos anos 1659 e 1678 ..
A política de assimilação dos governos franceses seguintes e a proibição em 1853 a aprendizagem da língua flamenga nas escolas primárias quase a deixa desaparecer. Embora proibido os flamengos teimosos ficassem um ao outro falar sua própria língua que tem muito semelhante com o sul-africano. França só reconhece seis dos dez idiomas regionais apesar que tem ratificado a convenção da Europa. Ao menos cem mil pessoas falam diariamente a língua mas o governo não a reconhece. Então Portugal é um melhor aluno nesse assunto.
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Já começou a primavera?

As últimas noites têm temperaturas iguais às noites de verão O aquecimento da nossa terra é um facto. Já começou a primavera?
a moarquia
A monarquia
Na Bélgica temos uma monarquia, na altura o rei era imposto ao país pelos aliados depois da derrota de Napoleão em Waterloo. Seja que for,
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A questão pode ler de bocas de todos os belgas porquê? Têm de pagar as despesas para o sustento do vasto prol real.
Uma democracia moderna tem cuidado por os seus indigentes conforme as necessidades não segundo a descendência real.
ausênciaausência Num deserto sem água .Numa noite sem lua . Num país sem nome. Ou numa terra nua . Por maior que seja o desespero. Nenhuma ausência é mais funda do que a tua. Sophia de Mello Breyner Andresen
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