Quantos animais


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Quantos animais

Dr. Watson responde Sherlock Holmes

os espingueiros

Espingueiros
Superbock abadia

Caro Gonçalinho,
Ainda não tenho provado a cerveja abadia de Superbock,estou curioso, aqui uns dias tenho a possibilidade beber e provar aquela cerveja nova quando ficará em Portugal .Posso dizer que estou um verdadeiro amador e perito da cerveja abadia , cada dia gozo de uma Trappist e minha preferência é a trappist de Westmalle, a cerveja foi premiada este ano como a melhor do mundo .Vou julgar e provar a Superbock Abadia sem preconceito mas com um julgamento austero , justo e honesto.
Açorda de marisco
Açorda de marisco
Ingredientes:
Para 4 pessoas,500 g de camarão, 500 g de berbigão,
500g ,de amêjoas, 500 g de pão, 3 dentes de alho,
4 colheres de sopa de azeite, 1 ramo de coentros,
3 ovos, sal, pimenta,piripiri e arroz
Açorda de lagosta
Confecção
Cozem-se os camarões em pouco água e côa-se esta. Abrem-se as amêijoas e os berbigões em recipientes separados e coam-se as respectivas águas
Junta-se a água dos três mariscos e leva-se ao lume a concentrar. Rega-se o pão com esta água.
Alouram-se os dentes de alho com o azeite e introduz-se o raminho de coentros. Deixa-se fritar durante 1 minuto e junta-se o pão. Mexe-se com uma colher de pau de modo a obter-se uma açorda homogénea mas muito mole.
Retiram-se os coentros e tempera-se com sal, pimenta e piripiri
Introduzem-se os mariscos na açorda, dá-se uma volta e retira-se do lume.
Juntam-se imediatamente os ovos, mexe-se e serve-se sem demora.
Tal como a receita da açorda de lagosta, é costume juntar a esta açorda peixe de lasca cozido (rascasso, cherne, tamboril), desfeito em lascas. A água de cozer estes peixes serve também para amolecer o pão.
uma praia de sonho
poema

Jardim do palácio de Queluz

a carta aberta de Patrick Janssens , burgomestre de Antuérpia
O pesar é para nossos todos
Um jovem de 18 anos anda num dia de sol
À tarde no centro de Antuérpia
Compra uma arma e munição
e escolhe três vítimas inocentes
Três habitantes de Antuérpia, não acidental escolhido
Uma mulher turca de Antuérpia de quarenta e seis anos com dois filhos antuerpenses
Songul estava a ler um livro num banco
Uma nova antuerpense de Mali, mãe de uma criança de seis anos
Oulemata passeava pela cidade
com rapariga antuerpense de dois anos
Luna andava de bicicleta
O pesar é para nossos todos.
Carta aberta de Patrick Janssens, Burgomestre de Antuérpia
Open brief van Patrick Janssens, Burgemeester van Antwerpen
a minha fotografia preferida

Mijne Jezus is ne jood
Lisboa e o Tejo

Lisboa ao anoitecer

Uma vista espectacular

de pot van Olen
Parque de Nações

a couve-flor encontrou a rosa !
Beleza não é tudo . Um dia, a rosa encontrou a couve-flor e disse: - Que petulância chamarem-te de Flor! Tens a pele áspera e a minha é lisa e sedosa Tens um cheiro desagradável e meu perfume é sensual e envolvente. Tens um corpo grosseiro e o meu é delicado e elegante... Eu, sim, sou uma flor! E a couve-flor respondeu: - Querida....o que adianta ser tão linda se ninguém te come...
fotografia antiga
A rotunda Marquês Pombal fotografia antiga desconhecida mas é espectacular para termos comparação com hoje .Note a falta do trafégo movimentado e o lago desaparecido.
Um navio à vela.
A fragata D. Fernando e Glória
Depois de um fogo a bordo o navio afundou no Tejo, após anos sofrido as calamidades de degradação, foi restaurado como era na década de 1850 para brilhar afinal no Expo 98 . Hoje está amarrado na doca de Alcântara.
Logo ao pôr um pé na Fragata D. Fernando II e Glória, senti que eu era um viajante e que ia descobrir novas coisas, Este navio veleiro uma prova da tecnologia naquele tempo foi o último grande navio à vela da marinha portuguesa e a ultima nau a fazer a Carreira da Índia. Uma linha militar regular desde o século 16 e durante 300 anos fez uma ida e volta entre Portugal e aquelas antigas colónias. A fragata em serviço desde 1843 foi baptizada em honra da rainha dona Maria segunda, e ao seu marido dom Fernando Saxe Coburgo Gota da mesma família de nosso próprio rei.
Vi e andava pelos vários pisos da fragata desde o convés até o porão,
A fragata tem em frente uma carranca de proa lindíssima que embeleza o navio numa maneira elegante. Agora estamos no convés, imaginei que estou firmemente de pé ao leme pronto a sair a barra do Tejo, toco o sino para iniciar uma viagem nova. Os mastros balançam suavemente a esquerda e a direita, no alto vi a gávea, na altura penso que não tenha nenhum graça cumprir serviço lá em cima, enfiados num cesto à torreira do sol ou debaixo de chuva torrencial deve ser horrível.
Ao segundo piso, a coberta, encontramos os marinheiros (bonecos de cera) um pormenor interessante entre os tripulantes haviam várias profissões. Por exemplo os calafates para introduzir estopa nas fendas entre as tábuas (Alias uma palavra que em flamengo também existe, op calfateren), os trinqueiros para consertarem as velas, os carpinteiros e os tanoeiros que fabricavam pipas, todos aqui introduzido na coberta, mesmo está representado um marujo preso com correntes, em redor estavam em filas impressionantes canhões pretos e vermelhos. Um contraste enorme foi a sala de estar dos oficiais, observava com espanto a desigualidade entre eles e a vida miserável dos marujos, tinham que trabalhar por turmas de quatro horas, uma das tarefas mais duras para grumetes consistia em dar à bomba para retirar água do porão.
Confesso, ainda posso contar mil coisas sobre esta fragata lindíssima, se quiser mais saber sobre esta nau. Então ela está a esperar por ti. Doca de Alcântara.

A vida marinheira


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