casa verde

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casa verde
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São Valentim
quando sinto o teu toque,sinto que me tocas a alma. São Valentim |
a ponte

a Veneza de PortugalOs moliceiros
| Aveiro tem fama como a Veneza do Portugal pelos seus canais e lindíssimas casas. Também é conhecida pelos seus ovos-moles e pelas suas conservas de enguias(paling) da Murtosa. Pela ria, o moliço ( zeewier) e os seus barcos característicos, os moliceiros. E quem diria que em exposição na ria, mostra o sal com que pinta os seus barcos |
abaixo o bode!! avante a cabra
Abaixo o bode !!! avante a cabra

Parabéns as mulheres de Portugal
A seguinte acção política, uma represênça decente,
das mulheres na assembleia de República e
a conquista da presidência por uma mulher.
D.João

Real,Real,Real por D.João
Nosso Senhor e Rei de Portugal
O De Boa Memória
O BOM
O Grande
oPorto
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Já há passado dez anos ou mais, a minha visita para cidade o Porto, ainda não sei exactamente a data mas foi no mês de Outubro e o tempo tinha estado esplêndido. Só até do meio - dia estava enevoado. Mas uma vez o sol reapareceu, o tempo estava como no verão. Por causa as várias ruas íngremes a cidade foi para passear muito cansativo (na altura não houve o metro) mas a visita, creio -me, um pouco sofrer, valeu a pena. É verdade, a cidade à beira do Douro tem muito a oferecer com a sua ampla legue à escolha de curiosidades. Igrejas, museus, praças e casas de todas as épocas. Para uma refeição boa posso aconselhar os restaurantes na praia de Matosinhos, têm com razão o renome de cozinha boa.
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O flagelo do aborto clandestino
Votar sim é sinal que não pode ignorar o flagelo do aborto clandestino. Votar sim é dar às mulheres e aos casais, a hipótese, de terem filhos desejados, amados, e não pequenas saras para abandonar, vender, e no limite matar à fome e com maus tratos.
Como belga me lembro o caso nos anos sessenta do século passado das freiras vindo do Congo nenhuma das freiras após de ser violada têm criado os seus filhos indesejáveis.!!
as caves
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o barco rebelo

O barco rebelo e Oporto
Os Grandes Portugueses
A RTP lançou o concurso os Grandes Portugueses que se propõe a eleger o maior português de todos os tempos. A votação foi feita pelos portugueses e já foram escolhidos os 10 mais. Esses 10 são os finalistas e serão submetidos a uma "segunda volta" para apurar o maior de todos. Como é que este país se vai explicar se chegar à conclusão que o maior português de todos os tempos foi o Dr. Oliveira Salazar?
Sou Belga de flandres e não tenho a direito de intervir num concurso "
os Grandes Portugueses "Mas se tiver o direito para escolher. Então o maior português seria para mim "O Damião de Góis"
homem notável, Filho de pai português e mãe flamenga, nomeado com escrivão da feitoria de Antuérpia. Estudante e professor da universidade de Lovaina. Casou com uma nobre dama flamenga Joana Van Haagen e impediu junto com os seus estudantes a cerca de Lovaina pelas tropas franceses. Voltou para Portugal e foi nomeado pelo rei com o guarda-mor do arquivo da torre do Tombo. Como escritor escreveu a Crónica do Felicíssimo Rei D. Manuel primeiro. Conheceu os grandes do mundo (Erasmo, Lutero e o Melanchton) Era a vítima notável do tribunal da Inquisição que lhe confiscarem os bens e enviarem-no para prisão onde ficou detido. Morreu em 1574 e sem dúvida desiludido no seu país.
Por isso , merece
o título " do grande Português"
Portugal manda as suas filhas
Portugal manda as suas filhas

A segunda parte da história de Portugal era uma fatia barriguda preparada com reis, presidentes, poetas e vários acontecimentos históricos mas, a Rita cumpriu a sua tarefa com brilho. Durante o recreio temos a faculdade falar uma outra donzela que estava presente na aula, uma colega e amiga da Rita que dá aulas na escola dos intérpretes. A orgulhosa cidadã portuense dispõe sobre a mesma charme e qualidade da Rita.
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Está a nevar
pensava em ti,

Gosto de passear pelas ruas

A igreja de São Domingos -Lisboa
No jardim

Braga
cinco minutos
Os cinco minutos do 1 Fevereiro
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Aqui e ali algumas luzes foram apagadas nos edifícios do governo, demasiado pouco. Somente os restaurantes sob a pretexto da salvação mundial têm servido o jantar na luz do castiçal. Não suficiente para um mundo onde a fauna e flora ainda não reconhecem as estações do ano. Por cinco minutos escuridade não salva um prado nem o mundo, se quisermos salvar a planeta, precisamos de viver cinco séculos na obscuridade. Temos de exilar todos os frigoríficos para depósito e guardar tudo na cava fresca. Como nos tempos dos nossos avos .
É verdade, rituais e símbolos estão para acalentar, como argumento? Afinal foram umas coisas esplêndidas que de repente por cinco minutos as luzinhas do Atomium em Bruxelas apagaram. Mas não esqueçam, a energia para emitir aquelas imagens do colapso poético pela televisão têm custado algumas árvores.
Não quero ser cínico mas nascemos na escuridade e morreremos na escuridão.
Mar português

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Ó mar salgado ,quantos do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nossos, ó mar! Valeu a pena ? tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu. |
o Collin Farrell e Bruges
Bruges, todas as noites, as ruas ainda estão enfeitadas como no fim do ano. Um descuido da câmara municipal com certeza não. A decoração de natal fica pendurada como cenário para uma fita que vai estar realizada pelo vencedor do Óscar Martim Mcdonagh Os actores do écran
o Collin Farrell ,Brendan Cleeson,e Ralph Fiennes vão desempenhar um papel nessa comédia preta do crime. O Mcdonagh tem escrito o cenário ele próprio. A sua explicação era simples. Três anos passados teve visitado a cidade e imediatamente estava encantado pelos canais e ambiente romântico que lá domina. Depois cresceu na mente um enredo, por isso a cidade funcione não só como cenário mas também como um carácter, uma personagem essencial.
Numa pergunta ao realizador se Bruges ainda não seria mais adequada para uma fita romântica desatava a rir "exactamente, este contrasta preciso para fazer a minha comédia preta " Aliás o director da produção estava muito satisfeito para que a população de Bruges reagisse com entusiasmo ao apelo para se oferecer como figurantes. E mesmos os actores estão encantados sobre a frequentação dos nativos. De vez em quando alguém acanhado tira uma fotografia, de resto deixam as vedetas do cinema em paz. Não sei por quando este filme internacional vai exibir nas salas de cinema em Portugal mas somente já vale a pena ver a lindíssima Bruges e para aqueles que não sentem interesse pela cidade podem admirar o Collin Farrel.
A beleza e a loucura
O FILIPE DE HABSBURGO "O BELO"
Era o pai do Carlos quinto, casou se a Joana de Castela.
Morreu na idade de apenas 28 anos no seu palácio Casa del Cordona . Já sem demorar os seus amigos enviaram o seu coração de barco para Bruges a sua cidade natal. Uma caixinha plúmbea foi juntada no túmulo monumental da sua mãe, a Maria de Burgúndia, ao lado do túmulo do seu avô o Carlos o Temerário. Pelo tempo o seu coração apodreceu, só ficava o mito da sua requinta beleza e a loucura presumida da sua esposa Joana. Os séculos passados o Filipe o belo foi esmagado entre dois peso -pesados como o seu pai Maximiliano de Habsburgo e seu filho o imperador Carlos Quinto. Embora na sua vida curta não se demonstrasse como um rei fraco. Como rei de Castela aspirava à paz com o rei de França e também quiser aplicar a inquisição com generosidade um facto na altura muito valente e individual. A exposição mostra a vida cultural requinta à corte de Filipe, como a música de Alexander Agrícola e Pierre de la Rue ou as obras dos pintores Memling e principalmente Bosch o seu favorito.
A Joana de Castela, muitos julgou que fosse louca e a partir do ano 1509 esteve trancada na Tordesillas . Louca! Seguinte os fundos consultados não pode confirmar isto, afinal continuava educar a Catilina, a filha mais nova e a futura rainha de Portugal. É verdade, tinha uma personalidade forte e, isto não foi apreciado pelo corte castelhano. Depois da morte de Filipe o Belo, ela vagueou quase três anos pela Castela com os despojos mortais do marido. O cortejo só se deslocou durante a noite e, parava mesma na minúscula aglomeração do país. Na igreja foi dedicada uma missa fúnebre e o caixão estava aberto para obrigar o seu acompanhamento ver o cadáver. Louca talvez! Mas o Dom Pedro de Portugal não fazia uma coisa semelhante com a sua amada Inês de Castro.

Uma Exposição em Bruges
A beleza e a loucura: a partir de 30 de Janeiro até ao dia 15 de Abril